Sábado, 02.05.09

O Bom e o Mau: um novo conhecimento de forças opostas

Simplesmente, contextualizem as legiões de fãs devotas á Saga e o quão popular é, depois de ler os quatro livros da Saga Luz e Escuridão, e olhando para os eventuais quatro filmes que virão, porque é que alguém não terá uma certa percepção, entre as forças do bem e do mal, dentro do universo Crepúsculo. Dada a década passada de conflitos e de tensões elevadas no mundo real, é possível que a jovem geração Crepúsculo, tenha um melhor conhecimento do equilibro futuro do bem e do mal?

O que eu acho de tão interessante sobre o debate do bom e do mal, dentro da Saga são os aspectos inter-relacionados das duas forças opostas e o quanto positivo e negativo os efeitos estão directamente relacionados com um equilíbrio orgânico entre os dois. Por exemplo, os Cullens precisam dos Volturi, e vice-versa: senão, existiria um desequilíbrio de um sobre o outro – só Volturi ou só a família Cullen. Ainda assim, a Bella é um factor dinâmico, que entre os dois, provoca um equilíbrio, que tem um efeito directo na própria vida, visto que foi auxiliada pelo Edward na relação do seu conhecimento de forças opostas (se é que isso faz algum sentido.)


Então, poderá a vida pós Crepúsculo, trazer-nos um melhor entendimento de que as forças opostas (bom e mau, homem e mulher, sexo e abstinência) precisam de coexistir na nossa futura sociedade, e que muitas vezes, precisam um dos outros pela sobrevivência de cada um? Quero dizer, com um mundo repleto de tensão política, um novo ideal de forças opostas, nomeadamente boas e más, não pode fazer mal. Ao mesmo tempo, também existem aqueles relacionamentos pessoais. Não existe qualquer dúvida que a geração Crepúsculo, vai ter um novo ideal de forças opostas, que irão liderar o futuro. Se irá nos levar a mudanças positivas não geradas por gerações anteriores, ainda está para se saber, incluindo os relacionamentos, forças opostas que lutam nos nossos conflitos interiores, e conflitos no mundo real.

Contudo…

Curiosamente, a autora do Harry Potter, a J.K.Rowling, afirmou publicamente que através dos seus livros falou sobre temas como “questionar autoridade” (um movimento da década passada), abuso de poder (prevalece nos últimos 10 anos), e a escolha entre o que esta certo e o que é fácil para uma população apática, o que pode trazer problemas ás pessoas, se eles permitirem que as autoridades tomem as suas decisões por eles (a acontecer neste momento.) Apesar de estar a lançar um ponto de vista idealista, como o potencial impacto cultural do Crepúsculo, visto de um esperançoso ponto de vista “bom e mau”, podemos criar o argumento de que a geração Harry Potter, realmente questionou autoridade, denunciou vários abusos de poder, e ainda assim permanece apática e desinteressada, uma vez que muitos acreditam exactamente naquilo que os media publicam, quer seja certo ou errado. A esse respeito, a mensagem passou a correr pelas cabeças dos fãs do Harry Potter.

Um confronto de Gerações

Nos dias de hoje que passam a correr, um mundo tecnológico empresarialmente online, floresce um certo sentido de falta de transparência e fiabilidade dentro do ambiente corporativo, nos últimos anos. E muitos casos, o consumidor online e usuário está a mercê de uma mentalidade monopolista, nunca antes vista. Num mundo pós Crepúsculo, a geração crepúsculo pode estar a crescer numa sociedade onde praticas empresariais questionáveis são cada vez um meio de vida, enquanto a geração Crepúsculo, não conhece mais nada. A este respeito, conseguirão os futuros jovens adultos Twilighters, ser os únicos a ver a falta de transparência num mundo corporativo, com os Volturi da vida real?

 

Poderão os leitores de Crepúsculo crescer ao ponto de puderam personificar o Edward, a Bella e o Jacob, no lado certo de um mundo dominado pela ganância e pela corrupção de um exército Volturi, não muito longe e retirado da sua própria geração, com líderes corporativos parecidos com o Aro, o Caio e o Marcus? Como o debate entre o bom e o mau, tal como a Bella faz a escolha mais significativa da sua vida, para se tornar em algo novo. Contudo, quando falamos do destino, algumas pessoas são como os Volturi, outras são como o Edward, e outras são parecidas com a Bella, quer elas o saibam ou não. É apenas um pré destino que tem de ser seguido. Esperançosamente, futuras formações triangulares de antigas corporações serão destruídas.

Romance, Contenção, Luxúria, Amor e Vida

Ao contraio daquilo que muitos fãs de crepúsculo acreditam, a Saga Luz e Escuridão é baseada em livros clássicos como o Romeu e Julieta, o Monte dos Vendavais, Orgulho e Preconceito. No que se refere a perícia literária e linguagem, estará a Saga ao mesmo nível de Shakespeare, Emily Bronte, ou Jane Austen? Não. Mas isso pode ser um bom indicador sobre o porque de Crepúsculo, Lua Nova, Eclipse e Amanhecer, se tornaram tão populares, a sua acessibilidade. Será que a Saga aborda os mesmos elementos similares e temas românticos e relacionamentos? Absolutamente. Contudo, o Crepúsculo aborda outros temas que ainda não vimos em outros livros, ou pelo menos nos pensamos que não, em como estes temas nos são apresentados… e tu não tens de ser uma Emily Bronte ou uma Jane Austen para também os apresentares dessa forma

Obviamente, que a dinâmica do Crepúsculo, no que se refere a romance, contenção, luxúria e amor (entre outros), foi definitivamente desenvolvida. Enquanto uma visão generalizada dos problemas da vida real, o Crepúsculo pode ter um efeito colateral para um melhor entendimento de uma causa-efeito numa relação, de uma maneira positiva para o “indivíduo,” visto que a Saga foi bem sucedida nisto. Se umas camadas mais românticas e luxuriosas dentro do Crepúsculo, encorajam a valorização pessoas e mérito próprio, esses sentimentos são infecciosos e contagiosos.

Se camadas do Crepúsculo, do Lua Nova, e a Saga Crepúsculo no seu todo, impedem que uma jovem rapariga, seja romanticamente levada a ter sexo, ou apressar o sexo num relacionamento, sem pensar nas repercussões de poder ser magoada, a possível incapacidade de lidar com a vida, e ser vitima de uma percepção induzida de ser dependente de um homem, que poderão mudar a sua vida. As consequências de crescer com uma mentalidade Crepúsculo não parecem ser muito más para alguns fãs de Crepúsculo e Lua Nova.

                                                                                -- Larson Hill


 

 



Catarina_TP às 02:01 | link do post | comentar

2 comentários:
De RC a 2 de Maio de 2009 às 02:30
True, true, true...
É engraçado pensar que esta Saga vai ficar pra historia e é estranho pensar como é que as proximas geraçoes a vão ver.

Sou fã de Jane Austen e é muito bom ver que as suas obras continuam a influenciar novos escritores e novas gerações. As obras de Austen sao imortais :) Espero que a Stephenie continue a escrever e a explorar este mundo fantastico que criou.


De LP a 10 de Maio de 2009 às 21:49
amei "Orgulho e Preconceito"
=)


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