Quinta-feira, 20.06.13

Michael Welch protagonizou uma das maiores franquias de filmes de todos os tempos, “A Saga Crepúsculo”.

 

O actor interpretou Mike Newton, após ter gostado da Bella (Kristen Stewart) no primeiro filme, terminou com a Jessica (Anna Kendrick), em “Amanhecer”.

 

No seu próximo filme, “Boy Meets Girl”, Michael tem uma paixoneta novamente, mas Ricky – a pessoal pela qual a sua personagem sente algo, Robby – é ainda mais exclusiva que Bella. Porquê? Ricky é transgénico (interpretada pela estreante Michelle Hendley).

 

O “toofab” recentemente teve a oportunidade de falar com o Michael, antes da produção começar a falar em especial deste papel e deste filme. 

 

Toofab: O que te atraiu no papel e no filme, “Boy meets Girl”?
Michael: Encontrei um guião tão emocionante e relevante. Finalmente, um optimista engraçado, perspicaz, explorativo positivo, realista, como deve ser um jovem, e uma pessoa transgénica em 2013, é realmente, o que significa ser um ser humano. Acho que é o momento certo para um filme como este ser feito, e temos a realizadora certa para isto.

 

Toofab: Tens alguma preocupação sobre o tema transgénico?
Michael: Não realmente. O mundo está a mudar para melhor, em termos das pessoas aceitarem e compreenderem o outro. O que há de revolucionário sobre este filme é como é “normal”, e acho que isso é o que acabará por ser a chave para a igualdade de direitos para todos. Como as pessoas de “LGBT”, que se envolvem mais publicamente em diversos elementos da sociedade, seja na media, no governo, nas instituições sociais como o casamento ou o serviço militar, ou apenas estar com os seus amigos e familiares, o resto da sociedade, invariavelmente, torna-se mais consciente e portanto, tem menos medo. O casamento gay só se tornou legal em mais dois estados, e o céu não caiu, as montanhas não se irão desmoronar. Nada mudou, excepto as vidas daquelas que finalmente expressam a o seu amor da mesma forma que outros. Eventualmente, nós vamos saber que TODAS as pessoas, essencialmente, querem as mesmas coisas, amor, respeito, dignidade e aceitação. Isso é o tema deste filme. Acontece que se apresentam numa personagem transgénica. Então, não, não estou preocupado. Os “haters” irão odiar, mas no final, eles ficaram marginalizados e desacreditados ao longo do tempo.

 

Toofab: Para quê que estás mais animado/nervoso sobre as filmagens?
Michael: Estou animado por trabalhar em Vermont, nunca estive lá. Estou animado por colaborar com Eric (Scheffer), o nosso realizador, e Michelle, são ambos fantásticos. Estou realmente animado para isso. Este filme é muito divertido e estou realmente ansioso por começa a trabalhar nele. Não estou nervoso sobre qualquer coisa, só quero fazer um bom trabalho, representar bem o filme, também.

 

Toofab: Já conheceste a tua co-estrela do elenco, Michelle?
Michael: Sim, nós trabalhamos juntos, por volta de uma hora, na minha audição final para o filme. Ela é incrível. Muito doce e talentosa.

 

Toofab: Como achas que será sair de um enorme sucesso e dum enorme orçamento como “Crepúsculo” para um filme indie?
Michael: Eu adoro trabalhar em filmes indie, mas é uma experiência totalmente diferente do que um enorme sucesso. Filmes com orçamentos maiores costumam ser mais clínicos e precisos. Eles têm de o ser, há tantas peças envolvidas. “Amanhecer” foi uma máquina bem oleada. Parecia uma cidade operacional altamente sofisticada no set. Considerando que, já com filmes como este, estamos a tentar descobrir como iremos fazê-lo. Isso não quer dizer que não queira entrar nele despreparado, mas a produção é mais contida em termos de tempo, dinheiro e recursos, que muito do que parece ser feito em tempo real, é também onde um monte de “magia” e descoberta criativa acontece.

A única coisa que é óptima num pequeno orçamento, em geral, é que toda a gente se sente como “precisassem” de estar lá, desde os produtos, ao elenco, a equipa, e também os estagiários que fazem todo o trabalho sujo e disputam todos os “bagels” e o café. Quando as pessoas experientes, se envolvem em projectos onde ninguém é bem remunerado, é porque eles realmente acreditam na história que eles estão a contar, o que pode criar uma grande atmosfera e camaradagem no set.

 

Toofab: Agora que a franquia “Crepúsculo” acabou, qual é a sua lembrança favorita e a que menos gosta?
Michael: Tenho um monte de óptimas lembranças de saídas com o elenco e com os fãs ao longo dos anos. Uma vez, Justin Chong, Greg Boyce e eu, estávamos a conduzir pelas ruas de Portland, com a música a explodir de raiva e a gritar com todos os nossos pulmões. Esqueci-me das circunstâncias, mas estávamos frustrados com alguma coisa. Nenhum de nós realmente se conhecia muito bem a esse ponto, mas foi uma grande experiência obtida pela nossa agressão colectiva. Aproximei-me de pessoas com coisas desse género. Rob (Pattinson) uma vez falou-me sobre o seu processo musical, algo que foi fixe. Pude conhecer Chaske (Spencer), Booboo (Stewart), Christian (Serratos), Peter (Facinelli), Edi (Gathegi) e Anna, ao longo dos anos, juntamente com outros. Foi um óptimo grupo de pessoas. Amei puder sair com a Kristen. Quando comecei a falar com ela, apercebi-me que era uma das raparigas mais fixes que tinha conhecido.

A minha lembrança menos favorita foi provavelmente a primeira vez que encontrei uma página na internet com mensagens indetermináveis sobre o quanto eu não prestava. É incrível, as falhas que as pessoas podem encontrar em nós, e como isso nos afecta profundamente. Uma vez, alguém posto que eu tinha “mãos de velho”. Como é que alguém pense sequer em olhar de perto o suficiente para fazer uma observação dessas? Mas qualquer que seja, está tudo bem. Temos que aprender a deixar isso tipo de coisas desaparecer, muito rápido.

 

Toofab: Alguma interacção engraçada com “Twi-hards”?
Michael: Eu fiz várias convenções de “Crepúsculo” por 2 anos, e basicamente isso desenvolveu-se numa noite de karaoke. Foi muito divertido. A plateia adorou. É uma fantástica base de fãs com imenso apoio energético. Sinto falta dessas convenções. Os “twi-hards” são os melhores.

 

 

Tradução e adaptação: TP (por Sara Almeida)
Via | Fonte

 



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