Quinta-feira, 10.12.09

Hello!!!

 

Então tudo bem com vocês? Já viram muitas vezes o Lua Nova? Eu já! ehehe

 

Bem, então aqui vai mais uma parte da FanFic. Espero que gostem!!

 

Obriagada a todos os comments feitos à última parte e atodo o apoio que me tem dado!

Thanks!!

 

Agora há mais dia 19!

 

Twi-kisses (hoje tou com a mania dos estrageirismos... =D)

 

Margarida


Capitulo 10

(parte 1)

 

 

           

 

            Sabia prefeitamente o caminho que iríamos fazer: Seattle – Houston, Houston – Rio de Janeiro, Rio de Janeiro – Ilha Esme. Até aí sabia o que esperar e o que tinha de fazer, mas, a partir daí, ía “navegar em mares desconhecidos”. Literalmente.

           

Tínhamos acabado de fazer o check-in no aeroporto de Seattle estavamo-nos a dirigir para a porta de embarque, eram cerca de 5 horas de voo. Nada de transcedente...

           

- Houston? -  perguntou-me Bella com um ar confuso.

 

            - Apenas uma escala na viagem... – disse-lhe com um sorriso na cara.

 

            Adorava aquilo que lhe estava a fazer. Adorava dar-lhe surpresas e ver-lhe a curiosidade estampada nos seus olhos castanhos e, para além disso, ver a sua expressão pensativa enquanto tentava advinhar para onde eu a levava. Pelo menos era o que eu pensava que ela pensava. Com Bella nunca se pode ter certezas.

 

            Já estavamos sentadas nos nosso lugares na primeira classe e Bella não tinha dito nada desde que tínhamos entrado, mas via-se-lhe na cara que tinha qualquer coisa para me dizer.

 

            - Amor, o que me queres dizer? – perguntei-lhe quando lhe fiz uma festa muito suavemente na cara.

 

            - Tens a certeza que não me lês os pensamentos? Sabes sempre quando tenho alguma coisa para te dizer. – perguntou-me em jeito de me “acusar”.

 

            - Se te lesse os pensamentos, limitaria-me a responder ao que querias... – disse-lhe com um sorriso torto e transmitindo toda a força para o meu olhar. Bella suspendeu a sua respiração durante uns segundos e o seu coração acelarou para o dobro.

 

            - Hum... Ah... Ah, já sei! – disse enquanto se recomponha. Soltei uma riso abafado. – Começo a pensar que fazes isso deprepósito. Só para me deslumbrares... Bem, mas não me vais mesmo dizer para onde me levas?

 

            - Hummmm – disse-lhe enquanto apoiava o queixo na mão como se estivesse a pensar – Não, não me parece que te vá dizer. Surpresa é suspresa...

 

            - Por favor? – suplicou, fazendo beicinho.

 

            - Não, por favor, não. Essa cara não. – disse-lhe enquanto a abraçava – Acredita que também me está a custar não te dizer. Mas quero que seja surpresa.

 

            - Pronto, desisto. Não vale a pena tentar convencer um vampiro... – disse com um sorriso.

 

            - Já me convenceste a fazer muitas coisas. – Bella riu-se e eu juntei o meu riso ao seu. Os nossos risos formavam algo prefeito, era junção perfeita.

 

            - Hum, sabes, acho que vou dormir um bocadinho. – disse enquanto bocejava. – Cantas para mim? – perguntou com um sorriso na cara.

 

            - Sempre. Amo-te muito, Bella. Dorme bem, querida. – e comecei a cantar a sua canção de embalar, prefeita para ela.

 

            - Amo-te mais do que pensas, Ed... – balbuciou antes de adromecer.

 

            Seria isso possível? Bella amar-me mais do que eu pensava? Mas afinal, eu tinha uma opinião formulada em relação ao assunto? A única coisa que sabia era que Bella me amava tanto como eu a amava. E eu amava-a de uma maneira transcedente, ultrapassava todos os limites. Embora isso parecesse impossível no início de tudo, tinha a certeza que agora era verdade. Bella tinha-me provado isso milhentas vezes. Não podia, nem conseguia, duvidar disso. Era uma verdade inequestionável. Era verdade e ponto final. Era a mesma com o meu amor por Bella. Ninguém podia questioná-lo. Não se podia questionar o óbvio.

 

            Lembro de uma altura em que o fazia, questionar o óbvio ou o mais provável. Foi na altura em que conheci a Bella. A altura em que o seu sangue era tão apelativo que cheguei a pensar matá-la naquela sala de aula. Comecei a amar Bella nesse mesmo dia, mesmo sem me ter apercebido. A maneira como o seu sangue “chamava” por mim, camuflava tudo o que rodiava. Alice mostrara-me vezes e vezes sem conta imagens do meu futuro com o de Bella, eles acabar-se-iam por se unir. Mas eu continuara a negar. Até ao dia em que desisti. Não valera a pena continuar a resistir. Eu amava-a, ela amava-me, só tínhamos que ser felizes. Embora o meu conceito de felicidade não envolvesse transformar Bella em vampira. Mas, segundo Bella, só estaria completamente feliz depois de renunciar a sua alma e trocá-la por uma vida eterna ao meu lado. Contudo, a parte de passar uma vida terna ao meu lado, não soava mal. Seria perfeito se não incluisse a renuncia de uma alma prefeita. Alma, essa, que me custaria perder, mas a cada dia que passava, estava mais conformado. A minha vida sem Bella não tinha sentido. Portanto uma eternidade ao lado dela, soava a algo mais que perfeito.

 

            Levantei a cara do cabelo de Bella e pus-me a olhar para ela. Ela ficava absolutamente adorável a dormir. A sua cara estava calma com um ligeiro sorriso. Inspirou fortemente que até me fez pensar que tinha acordado, de seguida aninhou-se mais nos meus braços e suspirou.

 

            - Hum... Edward... – disse Bella com uma voz sonolenta e rasgou-se-lhe um sorriso na cara – Amo-te.

 

            Só pude sorrir. Beijei-lhe os cabelos e murmurei-lhe:

 

            - Amo-te mais do que pensas. – repeti as palavras há pouco ditas por ela.

 

            Não sei quanto tempo fiquei a olhar para Bella, relembrando cada momento passado juntos, todos diferentes, todos com a sua magia. Todos únicos e prefeitos.

 

            “Pouco tempo para aterrar... 45 minutos.” Pensou o piloto. Já faltava pouco... A viagem para o Rio seria maior, mas bastante confortável, - afinal eu estava confortável de qualquer maneira – mesmo para Bella.

 

            O piloto falou pedindo que os pusessemos os cintos – como se eu precisasse dele... – e informou-nos que aterraríamos dentro de poucos momentos.

 

            - Bella, amor, já são horas. – disse-lhe com suavidade.

 

            - Hum.. ‘Tá bem. Deixa-me dormir.

 

            - Querida, vá lá, acorda. Queres que te leve ao colo?

 

            - Anh? Anh? – disse piscando os olhos várias vezes – Não, eu consigo andar. Já chegámos? – acrescentou com um sorriso.

 

            - Não, querida. Ainda temos mais uma escala. – disse-lhe enquanto esboçava um sorriso torto.

 

            - Hum... Está bem. Dormi muito bem nos teus braços. – confessou-me.

 

            - Ainda bem. Falaste, sabias?

 

            - Oh, não. – disse super corada. Será que Bella tinha sonhado com alguma coisa? – O que disse?

 

            - Nada de especial, só disseste que me amavas. – disse-lhe com o maior dos sorrisos.

 

            - Nada que não soubesses. – disse enquanto se aproximava dos meus lábios. Beijou-me intensamente e eu entreguei-me totalmente ao beijo e só a parei de beijar quando Bella ficou a ofegar.

 

            - Hum, parece que já aterramos. Nem dei por isso. -  e sorri-lhe. Eu estava a respirar muito mais rápido do normal, mesmo não precisando de respirar...

 

            - Porque terá sido? – ironizou Bella com um sorriso. – Anda. – disse enquanto se levantava, mas, mal o fez, desiquilibrou-se e eu agarrei-a logo.

 

            -Vendo melhor, é melhor apoiares-te em mim. – e envolvia-a pela cintura.

 

            - Concordo... – confessou envergonhada. De seguida enconstou a cabeça ao meu ombro.

 

            Saímos do avião e eu guiei Bella pelos longuíssimos terminais do aeroporto de Houston. Bella quase adromecia a cada passo que dávamos, por isso eu carregava grande parte do peso dela, embora eu mal sentisse. Quando chegámos ao balcão intrenacional e dei a informação necessária à senhora que lá se encontrava, Bella começou a regir mais um pouco.

 

            - Rio de Janeiro? – perguntou com um sorriso de orelha a orelha.

 

            - Mais uma escala. – disse-lhe.

 

            A senhora lá nos deu o que era preciso e dirigimo-nos à porta de entrada. Cada vez faltava menos para chegarmos à Ilha Esme.

 

            - Já me podes dizer para onde vamos? – perguntou-me Bella quando se sentou no lugar ao lado do meu.

 

            - Não, amor. Já te disse que é para ser surpresa.

 

            - Hum, se assim queres. Acho que vou dormir.   Quero estar bastante desperta quando chegarmos. Não quero perder nada. – disse-me com um sorriso travesso.

 

            - Acho que fazes bem. – disse enquanto a abraçava. – Canto para ti se quiseres.

 

            - Isso nem se pergunta. – esticou-se um bocadinho e beijou-me o pescoço, de seguida enconstou a sua cabeça ao meu ombro. – Deste vez digo-to acordada. Amo-te

muito.

 

            - Eu também te amo. Mais do que imaginas. – beijei-lhe o topo da cabeça – Vá, dorme. 12 horas de viagem é muito tempo.

 

            - Hum, hum... – respondeu-me já meia a dormir. Comecei a trautear a sua canção de embalar baixinho.

 

            Tinha 12 horas para me mentalizar no que ía acontecer. Chegaria? Esperava que sim.


 


 



Carolina às 21:39 | link do post

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