Sexta-feira, 16.01.09

O Hollywood Reporter entrevistou os dois criadores da Summit, Rob Friedman e Patrick Wachsberger, que falaram sobre Crepúsculo, Catherine Hardwicke, e Lua Nova.

 

67096-friedman_wachsberger_341Durante Rob Friedman e Patrick Wachsberger não eram amigos inseparáveis. Friedman era o executivo interno que passou anos na Warner Bros. Antes de se tornar um dos chefes e COO da Paramount, e depois se desligar do estúdio quando Brad Grey assumirem 2005. Wachsberg, a um Francês gregoriano, se transformou em um dos melhores gurus de venda com a Summit Entertainment.
 

Então, quando o dueto decidiu fazer negocio juntos em Abril de 2007, reinventando a Summit com distribuição e produção domestica, céticos se perguntaram como a combinação de um estúdio de pedigree com um independente ( fundidas por $ 1 bilhão acessível por Merril Lynch),se comportará na competição contra os maiores estúdios com filmes de orçamento pequeno à médio. 
 

Apesar de alguns primeiros fracassos, como o fortemente promovido "Sex Drive" (que arrecadou apenas $8.4 milhões domesticamente) e a animação em 3-D "Fly me to the moon" ($12.4 milhões domesticamente), esses fracassos foram imensamente silenciados, graças ao mini-mega primeiro sucesso massivo. 'Crepúsculo' foi feito com 38 milhões e já arrecadou $180 milhões, e ainda contando, domesticamente desde Novembro. O mais importante é que plantou o equivalente a um sucesso garantido: Uma genuína franquia.

Friedman e Wachsberger provaram que ainda há espaço para pensar corajosamente em filmes independentes. Em reconhecimento a este fato, eles foram nomeados para o Nielsen Impact Award de 2009 por sua contribuição no mercado de filmes independentes, que será apresentado em no Festival de Filmes de Sundence. Eles receberam os repórteres do 'The Hollywood Reporter', Matthewa Belloni e Stephen Galloway em sua sede em Santa Mônica.

The Hollywood Reporter: Como 'Crepúsculo' mudou a empresa?
Rob Friedman:
Bem, pessoas andam sorrindo bem mais que antes.
Patrick Wachsberger: Isso realmente é uma mudança. Primeiramente, é fantástico para toda a nosso pessoal. Segundo, isso é fantástico financeiramente. Terceiro, Eu honestamente acredito que não cometemos nenhum erro; Eu acho que nenhum estúdio faria melhor. Mas eu não senti nenhum tipo de inveja ou ciúme ... todos olham para isso como um boa noticia em tempos difíceis. Sim, há esperança. Há esperança na comunidade bancária, há esperança para produtores de filmes independentes e para outros estúdios de que se pode ter sucesso com um filme com um orçamento pequeno e sem nenhuma estrela. As coisas também mudaram no ponto de vistas as agencias também. É tipo "Wow, olha esse pequeno filme saído do nada, produzido por aquele estúdio novo. Eles realmente provaram que pode-se basicamente fazer algo bom ou até melhor que os dos grandes estúdios.

THR: Apesar do sucesso, vocês estão seguindo um caminho criativo um pouco diferente com Chris Weitz dirigindo 'Lua Nova, a seqüência.
Patrick Wachsberger:
Se olhar "Harry Potter"...ou outros filmes no estilo de 'Harry Potter", Eu não deveria comparar...mas eles mudam a direção em todos os filmes. O segundo livro é diferente. Existem novos personagens e mais efeitos visuais. Catherine fez um ótimo trabalho , e há algo naturalmente cativante no filme que ela criou e nós vamos continuar com isso. O primeiro filme foi muito bom, e nós esperamos que o segundo filme seja ainda melhor.

THR: O que aconteceu com Catherine?
Friedman:
Basicamente, nós tivemos visões diferentes de como o próximo filme deveria ser, e nós decidimos que o melhor caminho era 'terminar' como amigos. Ela fez um trabalho fantástico com 'Crepúsculo' e continua promovendo este. Ela ainda está trabalhando conosco no filme.. o DVD, ela está fazendo a versão do diretor. Nós apenas concordamos que tínhamos uma visão diferente.

THR: 'Lua Nova' vai continuar com um orçamento pequeno em torno dos $38 milhões?
Friedman:
Não. O próximo terá um orçamento maior. Acreditamos que o filme será naturalmente mais caro. Seqüências são mais caras, e nós temos mais efeitos especiais.
Wachsberger: E as locações. No segundo filme temos uma seqüência que se passa na Itália.

THR: Andam falando que por Edward sumir durante grande parte de 'Lua Nova' teremos elementos do segundo e do terceiro livro combinados no segundo filme.
Wachsberger:
Não, mas Edward está presente neste filme.

THR: Patrick, você é o clássico cara de filmes independentes que agora está dirigindo um pequeno-grande estúdio. E Rob, você é o clássico tipo de diretor de estúdio que agora está nesse universo independente. Como cada um de vocês se adaptou a isso?
Wachsberger:
Pra mim é um processo de aprendizagem que começou 19 meses atrás, porque francamente eu nunca tinha lidado com distribuição domestica de filmes. Eu estava vendendo filmes, tentando fazer o melhor negocio.

THR: O que te surpreendeu mais sobre o processo de distribuição?
Wachsberger:
Os custos de lançamento. Quando nós passamos os detalhes e detalhamos estes, eu não tinha nenhuma idéia que as coisas eram tão caras. E o processo de achar uma data de lançamento, este campo, eu não tinha a menor idéia..
Friedman: Quando nós iniciamos a companhia, nós sabíamos que nós estávamos tentando criar uma nova visão de como um estúdio deve ser. Nós queríamos todas as coisas fundamentais e nós queríamos que fossem mais eficiente, os dois contanto que funcionasse com esforço e custos. Então, é um exercício diário interessante, se não por hora, fazer com que pensemos com uma visão ampla... mas com um modos operante que nos custará pouco e exigirá uma equipe pequena. Nós lançamos 'Crepúsculo' com uma equipe de menos de 150 pessoas em todo o mundo. A maioria dos departamentos de marketing dos estúdios tem, somente neles, mais de 150 pessoas. A idéia de fazer a distribuição de toda essa gigantesca franquia com uma equipe menor que em um departamento de marketing é, se você pensar sobre isso, algo extraordinário.
Wachsberger: Nós operamos esta empresa de uma maneira que os vários departamentos estão realmente envolvidos desde o inicio. Em outras palavras, nunca houve um filme que chegasse no processo de aprovação onde alguém dissesse: "O que é isso? Do que vocês estão falando? O que nós estamos fazendo?" Eles estão presentes em todo o processo de desenvolvimento. Eles podem até opinar.
Friedman: Onde vários estúdios tem proteção, nós não temos.

THR: O que os outros estúdios podem aprender com vocês?
Friedman:
Eles precisam ser precavidos com filmes independentes que podem aparecer e capturar um seguimento de mercado ou uma data de lançamento. Muitas vezes os grandes estúdios nem ligam para os próximos lançamentos independentes. Eles vão olhar para o que a Disney ou a Paramount tem, e quando eles pensam em seus adversários vão se focar nestes e não nos pequenos concorrentes. E então 'Crepúsculo', para a maioria das pessoas, surgiu do nada.

THR: O oposto também é verdadeiro? Por causa do sucesso de 'Crepúsculo' vocês agora irão investir em filmes mais no estilo dos grandes estúdios?
Friedman:
Sim, nós temos 'Knowing' saindo, que é um filme bem comercial que vai brigar pau-a-pau com os grandes. 'Push' é um filme de suspense que tem um orçamento modesto, mas é absolutamente de primeira, um lançamento comercial. Nós estamos sim procurando por material de grande porte. Agora, nós estaremos investindo em produções de mais de $100 milhões? Não.
Wachsberger: Bem, nós podemos, mas com parcerias. Nós esperamos reinventar "Highlander". Nós compramos os direitos... e foi bem complicado... para podermos fazer uma nova versão do filme original, e isto é algo que esperamos que se torne um franquia. Nós estamos dando a primeira olhada no roteiro dos co-autores de 'Iron Man" (Art Marcum and Matt Holloway).

THR: a fração da Summit de projetos em desenvolvidos sob as produção e muito baixa. Quantos projetos vocês tem em desenvolvimento neste momento?
Friedman:
Em atividade, por volta de 35. Chegam à nós 150 roteiros por semana, mas os que mantemos são aqueles que virarão um filme. Os estúdios tendem a estocar material. Eles fazem isso para produzir filmes e para tirar esse material de circulação e ter esse material disponível para eles. Nós vemos de tudo, mas nós só ficamos com aquilo que planejamos transformar em um filme. Nós vamos produzir 8 e adquirir mais quatro. Nossa media é de 12 à 15 filmes por ano.

THR: Com a crise financeira mundial, Vocês acham que esse período vai incentivar o investimento no universo de filmes independentes?
Friedman:
Não há dinheiro nesse momento. Nós acreditamos que nos próximos três à seis meses isso vai mudar. Eventualmente os bancos voltaram a prosperar. Não será como antes, mas eu acho que existem varias companhias independentes que vale a pena investir.

THR: Vocês foram abordados por varias companhias querendo lhes dar muito dinheiro pelos direitos de 'Crepúsculo'?
Friedman:
Nós nos tornamos a garota mais bonita do baile (risos). Olha, um planejamento de negocio sempre prevê isso. Nós estamos procurando por aquisições, por grandes roteiros, coisas assim? Isso envolverá parceiros? Provavelmente sim. Esse parceiro trará investimentos ou dinheiro para isto? Provavelmente. Nós estamos aberto à discussões com todos sobre tudo.

THR: De que maneiras a crise financeira afeta seu negocio?
Wachsberger:
Nós temos sido cautelosos com a seleção de filmes que nós oferecemos para o mercado internacional. Nós fomos para Cannes com quatro filmes, pensando que se as coisas não se saírem muito bem, não nos dará muito prejuízo. E nós nos saímos muito bem. Muito melhor do que eu esperava. Então hoje estamos bem. Estamos protegidos de crises maiores? Não.

THR: A aposta fundamental que vocês fizeram foi em que vocês podem fazer funcionar se existir uma distribuição domestica. Isso ainda procede?
Friedman:
Quando você olha para o perfil geral de risco, a oportunidade que vimos foi de diminuir nossos riscos domesticamente através das vendas internacionais e das licenças cedidas. Isso tira um enorme peso do nosso perfil de risco.

THR: O que mais surpreendeu vocês trabalhando juntos?
Wachsberger:
Que ele não trouxe a cultura dos grandes estúdios com ele.
Friedman: Eu sabia que Patrick tinha um ótimo relacionamento com diretores, mas o quanto bem cotado e conhecido ele era foi um surpresa

THR: Nos próximos cinco anos nós veremos mudanças significativas no mercado do cinema Americano como vimos na indústria automobilística?
Wachsberger:
Felizmente, americanos fazem filme bem melhor que fazem carros.
 

 

Tradução: Twilight Team

 



Patrícia_TP às 10:36 | link do post | comentar

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