Sábado, 21.03.09

O National Post entrevistou à uns dias atrás a actriz Rachelle Lefevre

 

Rachelle Lefevre: estrela de Crepúsculo está ansiosa para filmar a sequela.

 

Rachelle Lefevre não quer ser clichê, mas ela realmente está pulando de felicidade ultimamente, graças ao começo eminente de Lua Nova, a sequela da sensação adolescente de Stephenie Meyer.
 

Lefevre conseguiu o papel da “vampira do mal, Victoria” no primeiro filme, Crepúsculo e, em 23 de Março, estará de volta à costa oeste para o começo das gravações do novo filme em Vancouver.

Lefevre gosta de trabalhar em casa e na sua terra natal. Nascida e criada em Montreal, filha de um professor de inglês e uma psicóloga, Lefevre tem um longo currículo que inclui papéis menores em series nos Estados Unidos e Canadá, mas foi seu papel em Crepúsculo – que chega em DVD no dia 21 de março – e no filme que está por vir, Lua Nova, que realmente fez dela uma estrela.

 

Apesar de Victoria não aparecer muito no filme, Lefevre diz que está curtindo o melhor dos dois mundos desde que encarou a personagem de Kristen Stewart, Bella, em um jogo de baseball.

“Eu nem ao menos me sinto famosa”, Lefevre conta de sua casa em Los Angeles. “E isso é bom. Eu sinto que eu sou parte de algo com uma comunidade de fãs gigantesca e isso é completamente diferente. Não é sobre mim. É sobre o trabalho que Stephenie Meyer criou, então, mesmo que eu seja fotografada em uma festa de Crepúsculo, ninguém me para nas ruas de Los Angeles”.

Lefevre diz que ainda tem sua vida própria, sua privacidade, e ela é inteligente e sábia o suficiente para saber o valor dessas coisas intangíveis.

“A maneira como eu vejo isso é que eu não tenho que vivenciar nenhum dos ônus que as pessoas famosas vivenciam. Eu posso sair como o meu novo cachorrinho e o meu namorado, jogar Wii tênis, e ser uma pessoa de verdade”.

Segundo a atriz, a sua consciência da futilidade da fama é o resultado da sua criação por pais bem ajustados e instruídos, assim como da sua identidade canadense.

“Eu não estou criticando os Estados Unidos. Mas quando você é criado no Canadá, você é educado com uma apreciação diferente do que é ser diferente. Nós temos um modelo mosaico ao invés de aceitar essa maneira geral de assimilar as coisas – onde as pessoas são encorajadas a acreditar nas mesmas coisas”, ela diz.

“Eu fui ensinada a ser curiosa pelas pessoas, e a respeitar suas diferenças”.

Lefevre diz que quando você percebe que todo mundo é diferente, e que todo mundo tem um valor social intrínseco, a ânsia por ser famoso perde a sua força, porque a necessidade de se destacar das massas uniformizadas desaparece.

O outro lado da sua criação canadense está ligado à sua arte. Lefevre diz que atuar exige uma entrega do ser, e um desejo de explorar outras perspectivas e sistemas de valores – dois ideais construídos dentro da sua experiência canadense.

“Eu lembro que quando nós estávamos gravando a grande cena de baseball entre os vampiros, eu tive esse impulso de passar minha mão nas pernas de Nikki Reed – como um inseto nojento. Eu não fiz isso na primeira cena, porque eu pensei demais sobre isso e me censurei”, diz Lefevre, que escreveu uma carta à diretora de Crepúsculo, Catherine Hardwicke, explicando sua fixação de longa data por vampiros, e seu profundo desejo pelo papel.

“Nós aprendemos a suprimir impulsos negativos, o que é bom – a não ser que você esteja interpretando um vampiro do mal. Victoria não se censura, então tem sido muito libertador interpretar uma personagem que diz exatamente o que está sentindo”.

Lefevre diz que até pediu para sua mãe psicóloga alguns conselhos profissionais sobre os sintomas de várias psicoses.

“Eu queria que Victoria fosse brincalhona e poderosa, mas não uma sociopata. Não há patologia na sua maldade. Eu acho que ela é apenas um exemplo do que acontece quando você tem poder absoluto: ele te corrompe absolutamente”, ela diz.

“E vamos combinar: se você fosse mais poderoso que qualquer outra pessoa no planeta, você começaria a ver todo mundo como seres inferiores. Victoria também vê humanos como comida, o que não ajuda com a empatia”.

O papel de Victoria fica um pouco mais pesado em Lua Nova, já que ela busca se vingar de Bella Swan pela morte do seu amante, James, mas Lefevre diz que não tem a ver com o tempo nas telas. Ela apenas se sente sortuda por fazer parte de um projeto tão maravilhoso.

“Eu sou fascinada por vampiros há muito tempo”, diz Lefevre.

Lefevre diz que a imortalidade e a habilidade de enganar a morte é atraente para qualquer mero mortal, mas que a real atração por trás de Lua Nova e de toda a saga Crepúsculo é o romance épico.

“Quando você está na adolescência, você não entende muito bem todos esses sentimentos estranhos que tem. Um ano, um garoto te bate. No ano seguinte, ele te dá borboletas e você acha que ele é bonitinho”, diz Lefevre.

“Claro, [vampirismo] tem a ver com sexualidade, mas esses livros ajudam jovens a explorar essa sexualidade de uma maneira segura”.

A outra atração é clara como o dia: “O lado escuro pode ser fascinante. E para Bella e Edward, não há felizes para sempre”, diz Lefevre. “Nesse aspecto, a série é muito parecida com a vida real”.
 

 

Tradução: Twilight Team

 



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