Terça-feira, 24.03.09

 

Rachelle Lefevre não quer soar como um clichê, mas ela está realmente "na lua" estes dias, graças ao iminente início de “Lua Nova”, a mais recente sequela da sensação adolescente de vampiros de Stephanie Meyer. "
 
Lefevre aterrou no papel da "má vampira Victoria" no original “Crepúsculo”, e a 23 de Março, ela voltou par a costa oeste para as filmagens em Vancouver.  
 
Lefevre gosta de trabalhar em casa e terra nativa. Nascida e criada em Montreal como a filha de um professor de inglês e psicólogo, Lefevre tem um longo currículo que inclui peças menores nos E.U.A. e Canadá, mas é o seu papel em “Crepúsculo” - que chegou a 21 de Março em DVD - e do próxim “Lua Nova” que realmente definem o seu estrelato.
 
Mesmo que Victoria não ocupe grandes partes no ecrã, Lefevre afirma que tem estado a desfrutar o melhor dos dois mundos uma vez que ela enfrentou Kristen Stewart como Bella Swan num desonesto jogo de baseball.
 
"Eu nem sequer me sinto famosa", diz Lefevre a partir de casa em Los Angeles. "E isso é bom. Sinto que sou uma parte de algo com uma enorme base de fãs que é totalmente diferente. Não é, de todo, sobre mim. É sobre o trabalho que Stephenie Meyer criou, por isso enquanto eu posso ser fotografada numa festa de “Crepúsculo”,  não sou parada nas ruas de Los Angeles. "
 
Lefevre afirma que ela ainda tem a sua própria vida, e a sua própria vida privada, e ela é inteligente e sábia o suficiente para saber quão valioso isso é.
"A maneira como eu olho para isto é que não tenho de experimentar qualquer dos baixos momentos que têm as pessoas famosas. Posso sair com o meu cachorro e o meu namorado, jogar ténis na Wii, e ser uma pessoa real."
 
Lefevre sabe que o vazio da fama é o resultado da forma como foi criada com tão bem-educados pais, bem como a sua identidade canadiana, diz ela.
"Não estou a criticar os Estados Unidos. Porém, quando se é criada no Canadá, cresce-se com uma diferente valorização da diferença. Temos o mosaico modelo em vez de abraçar esta tendência geral de assimilação - onde as pessoas são encorajadas a acreditar nas mesmas coisas ", diz ela.
 
"Eu fui ensinada a ser curiosa sobre as pessoas e a respeitar a sua singularidade".
Quando te apercebes que toda a gente é diferente, e cada um tem valor intrínseco social, Lefevre afirma que o esforço de fama perde a sua urgência porque a necessidade de se destacar da massa uniforme desaparece.
 
Os outros ascendentes da sua educação canadiana relacionam-se diretamente com a sua arte.
 
Lefevre afirma que representar exige uma renúncia de si, e um desejo de explorar as outras perspectivas e sistemas de valores - dois ideais construídos directamente da experiência canadiana.
 
"Lembro-me de quando estavamos a  filmar o grande jogo de baseball dos vampiros, e eu tinha esse impulso para passar os meus dedos na perna de Nikki Reed - como um insecto nojento. Eu não o fiz no primeiro take porque eu pensei sobre isso e censurei isso ", diz Lefevre, que realmente escreveu à realizadora de “Crepúsculo” Catherine Hardwicke uma carta a explicar a sua longa fixação vampiristica e o seu profundo desejo para o papel.
"Nós aprendemos a reprimir impulsos negativos, o que é bom - se não se está a interpretar um vampiro mau. Victoria não se censura a ela própria, por isso é realmente libertador desempenhar uma personagem que só diz o que é que está a sentir."
 
Lefevre afirma que ela solicitou mesmo o psicólogoda mãe para alguns conselhos profissionais sobre os sintomas de várias psicoses. "Eu queria que a Victoria fosse poderosa, mas não uma sociopata. Não há nenhuma patologia para o mal dela. Acho que ela é apenas um exemplo do que acontece quando se tem o poder absoluto: corrompe absolutamente", diz ela.
 
"E sejamos sicneros: Se fosse mais poderoso do que qualquer outra pessoa no planeta, poderias começar a olhar para todos os outros como seres inferiores. A Victoria vê os humanos como alimento, também, o que não ajuda com a empatia."
O papel deVictoria fica um pouco mais pesado em “Lua Nova” quando ela pretende apanhar Bella Swan para vingar a morte do seu amante, James, mas Lefevre afirma que não é para acumular tempo no ecrã. Ela só se sente com sorte de ser uma parte desse grande projecto.
 
"Eu tenho sido fascinada pelos vampiros há muito tempo", diz Lefevre. Imortalidade e a capacidade para despistar a morte é atraente para qualquer simples mortal, mas a verdadeira atracção por detrás de “Lua Nova” e de toda a saga Crepúsculo é romance épico, diz Lefevre.
 
"Quando se é mais jovem, não se entende muito bem todos estes estranhos sentimentos. Um ano, um rapaz bate-te. No ano seguinte, ele dá-te borboletas e achas que ele é bonito", diz Lefevre.
 
"Claro, (vampirismo) é sobre sexualidade, mas esses livros ajudam os jovens a explorar a sexualidade de uma forma segura."
 
A outra atracção é claro como o dia: "O lado escuro pode ser fascinante. E para a Bella e Edward, não existe felizes para sempre", diz Lefevre. "Desse modo, a série é muito similar à vida real."


Joana TP às 23:06 | link do post | comentar

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