Segunda-feira, 22.11.10

 

 

No novo musical Burlesque, que estreia no feriado de Açcão de Graças, Cam Gigandet interpreta Jack, o confidente de Ali Rose (Christina Aguilera), uma rapariga de uma cidade do interior, que foi para a cidade grande em busca do seu sonho de se tornar uma cantora famosa. Jack, um músico amigo, é tímido quanto às suas composições, enquanto encoraja Ali a tomar o seu verdadeiro lugar no palco.

 

 

Os dois têm uma química inegável e divertida, que permite que se divirtam dentro e fora das telas, até mesmo nos momentos mais íntimos. Durante uma recente entrevista para a divulgação do filme, a estrela de Twilight falou sobre conhecer e trabalhar com Cher e Christina Aguilera, sobre cenas de nudez e sobre sobreviver em LA quando este se mudou para a cidade.

 

Pergunta: Como foi encontrar a Cher pela primeira vez? Estava nervoso?

Cam Gigandet: Estava nervoso por conhecer a Cher porque é a Cher. Quando estava a caminho de a encontrar, fiquei ansioso, e quando faltavam 30 segundos para a conhecer, todo o meu nervosismo se desvaneceu. Ela apanhou-me desprevenido. Eu estava sentado a conversar com ela e ela estava super relaxada; é uma das mulheres mais porreiras que eu conheci. Eu tive de me lembrar: “Espera, esta é a Cher. Eu estou a falar com a Cher.” Foi um momento surreal e eu pude observá-la trabalhar. As pessoas que estão nisso há muito tempo tendem a arriscar menos, mas tomada após tomada, ela arriscava sempre brincar e tentar coisas novas. Eu fiquei encantado o tempo todo.

 

Ela deu-lhe algum conselho para sua carreira?

Gigandet: Eu sei que Christina e Cher tiveram várias conversas, que Christina chamava de “conversas de raparigas”. Era uma coisa emocionante de se ver porque ias ouvir ou ver a Christina e Cher a conversar, e ias ver a Cher a dar alguns conselhos à Christina, mesmo que fosse só de passagem, e a Christina ficava iluminada e a brilhar durante o resto do dia. A Cher é um ídolo da Christina, e a sua confiança aumentava. A melhor coisa para mim foi ser capaz de ver alguém tão experiente quanto a Cher ter tanta liberdade quanto ela tinha, e vê-la a brincar por aí. Ela era um exemplo para todo o elenco. Até mesmo com Stanley Tucci, eles eram tão profissionais e faziam isso parecer totalmente sem esforço. Eu vou levar isso para sempre comigo.

 

Via

Adaptação: TP

 

 

 

Cher teve uma carreira cinematográfica, mas Christina Aguilera não. Como foi trabalhar nas cenas dramáticas com ela?

Gigandet: Ela tem uma ética de trabalho surpreendente que, mesmo quando ela estava no set para trabalhar, qualquer cena que fosse, ela estaria totalmente lá. Estava disposta a aprender. Não havia ego algum em seu redor, como uma artista musical, por isso foi um prazer trabalhar com ela, porque fui capaz de observar alguém a descobrir coisas pela primeira vez, a encontrar o seu próprio processo e a descobrir o seu caminho através do funcionamento das coisas. Ela aprendeu as coisas muito rápido. E ser capaz de ajudar de qualquer maneira que pudesse e poder de dizer que trabalhei com a Christina Aguilera no seu primeiro papel, que até se tornou chique.

 

Fez uma audição com ela?

Gigandet: Não, não fiz. Eu estava a trabalhar num outro filme da Screen Gems na época, chamado Priest. Estava todo sujo com uma roupa de couro de cowboy, a matar vampiros, e ia directo para a audição de Burlesque e ouvia as musicas que a Christina Aguilera estava a tocar. Naquela época eu estava, “Tudo bem, eu tenho que fazer parte deste filme.” Foi uma inversão completa de papeis. Felizmente, eles gostaram o suficiente do que eu tinha feito em Priest para me dar esse trabalho.

 

Jack e Ali (Aguilera) - dizem que eles saíram de casa porque não havia ninguém de cuja vida eles queriam. Quando era jovem, queria ter a vida de quem?

Gigandet: Ninguém que eu conhecia. Eu era igual.  Respeito muito as pessoas do sítio de onde venho, e os meus pais, mas eu tinha de de tentar coisas novas e coisas que não conhecia, porque realmente este mundo é enorme e eu não conhecia nada, porque vivia numa cidade muito pequena em Washington. Apenas escolhi LA. Acho que o motivo de eu ter escolhido LA foi porque estava no mesmo fuso horário que meus pais estavam. Foi só por capricho, ao sair da escola. Fazer isso foi uma experiência e tanto. Depois de estar aqui por alguns meses, alguém disse, “Ei, devias tentar um curso de teatro.” Naquela noite, eu sabia que este era o lugar onde eu iria ficar.

 

Fez artes marciais antes de actuar?

Gigandet: É meio que um insulto, para os verdadeiros artistas marciais, que eu diga que faço artes marciais. Desde que era criança que sempre adorei desporto e a primeira vez que tentei fazer artes marciais foi quando eu tinha 10 ou 11 anos. Sobrevivi por um ano e depois quando me mudei para LA  fiz durante mais um ano e meio. Talvez se juntar tudo, eu possa ser um artista marcial.

 

Como sobreviveu quando chegou a LA? Tempos difíceis?

Gigandet: Penso que não. Fui muito sortudo em ter pais que me apoiaram 100%, fosse o que fosse o que eu estivesse a fazendo, tanto financeiramente quanto emocionalmente. Tendo isso, eles fizeram a minha vida muito mais fácil. Em vez de me tornar um empregado de bar e tentar persegui os meus sonhos, não tive de me preocupar com esses aspectos. Podia apenas perseguir os meus sonhos.

 

Como foi fazer as cenas de nudez neste filme? Foi divertido?

Gigandet: Não nos podemos livrar disso. É o nosso trabalho. É o que temos que fazer, então por que não nos divertir-mos com isso? Eu acho tão estranho quando as pessoas dizem que é difícil. É realmente um privilegio do nosso. Eu pude beijar Christina Aguilera, o que não é uma coisa má. Nós não sabíamos como aquela cena realmente ia terminar. O que quer que pareceu natural, naquele exacto momento, foi o que nós acabamos a fazer. Foi um processo colaborativo de tomar decisão.

 

As tatuagens para o personagem foi ideia sua?

Gigandet: Sim, aquelas foram ideias minhas porque foram feitas há cinco anos. Elas são verdadeiras. São as minhas tatuagens. Nós conversamos se ele deveria ter mais ou menos. Eu tento sempre pressioná-los para que cubram uma no meu braço, porque estou no processo de a remover há três anos e é sempre um lembrete. Sempre que a vejo na tela, penso, “Oh, Deus, o que é que eu estava a pensar, que loucura.”

 

Aprendeu a tocar piano para o filme?

Gigandet: Não. Uns dias antes das filmagens, eles estavam tipo, “Tudo bem, queremos fazer com que pareça real,”e eu estava, “Eu posso aprender,” mas estava errado. É muito difícil tocar piano. Eu não consigo ouvir musica. Não entendo isso. Esta para além de mim. Tentei o quanto pude, mas duas ou três notas foram tudo o que eu consegui. Não é fácil.

 

O que você achava que era Burlesque antes de fazer o filme? O que sabia sobre isso?

Gigandet: Eu não sabia muito. Sabia que não era um espectáculo de strip, mas sabia que era de dança, que era sexy e sabia que era divertido. O que eu não sabia era o quão cómico isso pode ser e como significa não se levar tão a sério. É entretenimento de verdade. É na verdade uma forma de arte, que realmente o fez ainda mais sexy porque existe aquele mistério e diversão.



Carolina às 16:01 | link do post | comentar

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