Sexta-feira, 20.05.11

 

 

 

 

Versão do Quil

 

"Edward! Onde estás a pensar ir?" perguntei no meu pensamento.

"Para Volterra, ainda não se aperceberam?"

"Não conhecemos isto."

"Neste momento estamos a cerca de 1 hora de Volterra."

"Já tens algum plano?" perguntou Sam.

"Não. Depois vemos isso, primeiro temos de lá chegar."

Todos os lobos estavam na sua forma animal. Edward ia à frente com Alice, Rosalie, Emmett e Jasper, Carlisle viria ter connosco assim que Seth e Leah estivessem melhor,deixando-os ao cuidado de Esme e Bella. Nós, lobos, sentíamo-nos desprotegidos, não tínhamos connosco o Jacob, obviamente o mais forte, o nosso 'Alpha 2', com ele e Sam juntos éramos imbatíveis; nem tínhamos Leah, a nossa Beta, a única rapariga, mas, sem dúvida, forte, corajosa e acima de tudo, positiva; e claro Seth, que formava uma excelente equipa connosco. Com o nosso grupo desfalcado a nossa auto-estima descia e ficavamos fragilizados. Só pedia para que isso não prejudicasse a emboscada de salvamento da Rubi.

"Tem calma Quil. Confia mais em vocês." disse Edward depois de ouvir os meus pensamentos.

Continuamos a correr, não descansavamos desde que saímos de Forks. Finalmente avistamos um amontoado de casas plantado no meio de uma colina. Todas em tijolo, não muito altas. No cimo, um grande castelo sobressaía a olhos vistos, pela sua beleza e grandiosidade.

"WOW" pensei.

"É o castelo dos Volturi. Ali é que se reúnem todos os vampiros sanguinários de Itália."

"É lindo..." pensou Sam. "Afinal, o que fazemos agora?"

"Vamos recarregar baterias. Amanhã atacamos. Transformem-se, estão aqui as mochilas com a vossa roupa. Nós temos de ir caçar. Não se afastem." disse enquanto atirava as mochilas para o chão.

 

Versão da Rubi

 

"Aro, eu não desejo estar convosco. Este estilo de vida não é para mim."

"Mas minha querida, podemos adaptar um pouco as coisas."

Aproximou-se de mim, recuei.

"Não fujas, não te faço mal. Preciso de ti." disse. Agarrou-me na mão. Após segundos de espera, largou-a.

"ALEC!" berrou.

Oh não! pensei.

"Sim mestre!" respondeu Alec enquanto se aproximava.

"Não te ensinei para me traíres." Alec olhou para mim e eu baixei o olhar como pedido de desculpas.

"Não faz mal Rubi."

"Alec, porque o fizeste?" perguntou Aro.

Alec começou a correr na minha direcção.

"Anda." disse puxando-me a mão.

Corremos por infinitos corredores sem fim, não sabia para onde ele me levava, mas o meu instinto confiava nele. Íamos passar por mais um porta gigante quando olhei para trás e vi um grupo de vampiros correrem atrás de nós.

"Corre Alec, estão a ficar cada vez mais perto."

"Entra!" disse enquanto me puxava para uma sala, fechando de seguida a porta de aço. "Isto não vai durar muito. Temos de arranjar maneira de saír daqui." dizia enquanto batia nas paredes à procura de sei lá o quê.

"O que procuras?"

"Qualquer saída."

"Há saídas secretas."

"DAH!"

"Desculpa, não conheço os recantos à casa."

"Dá-te por contente por não os conheceres. Ajuda-me a procurar."

"Como?"

"Bate nas paredes."

"Ok..."

Os outros vampiros continuavam a tentar esmagar a porta, mas sendo ela feita contra vampiros, era também para eles, difícil abri-las. Ambos batíamos nas paredes mas nada descobrimos, até que, um pedaço de tijolo cedeu.

"Acho que encontrei." gritei.

"Chega-te para lá!" começou a tentar retirar a pedra, mas era difícil. "Anda lá..." pedia.

"PAREM!" gritou Jane.

"Fogo!" disse Alec por entre dentes.

"Detenham-nos." ordenou Jane. Os gigantes soldados vampiros avançaram e prenderam-nos com correntes iguais às que tinham usado comigo uns dias atrás. Não tinha a certeza se seria dias, estava perdida no tempo.

"Meu irmão, como foste capaz?" perguntou Jane.

"Desculpa. Perdoa-me."

"Soltem o meu irmão. Ele vai comigo ter com Aro."

Jane olhou para mim e provocou uma dor imensa que me consumiu o corpo todo fazendo-me desmaiar.

 

Versão da Jane

 

"Já pensaste nos problemas que arranjaste?"

"Desculpa, descontrolei-me. Eu estou farto desta vida. Não gosto de fazer mal às pessoas."

"Deixa as desculpas para Aro."

Entramos na sala de convívio onde Aro estava sentado num cadeirão.

"Alec...Alec...que vou eu fazer contigo? Desiludiste-me tanto..." disse Aro desapontado.

"Peço imensa desculpa. Não sei porque o fiz."

"Sabes que só tenho uma hipótese. Matar-te."

"NÃO!" gritei. "Por favor Aro. Ele não volta a repetir. Por favor. É meu irmão."

"Querida Jane. Sei que o amas mas tenho de cumprir o meu dever. Regras são regras."

"Não posso permitir."

"Deixa estar mana. Eu mereço! A minha eternidade acaba aqui!" disse Alec enquanto se ajoelhava. Aro pôs as mãos à volta do seu pescoço.

"Lamento, Alec. Tu assim o decidiste."

"NÃOOO" gritei. O meu olhar dirigiu-se furtivamente para o de Aro provocando-lhe dor. Ele contorcia-se no chão enquanto gemia dolorosamente.

"Jane pára..." pedia-me Alec. De repente parei.

"Jane..." começou Aro, fraco com a voz rouca.

"Desculpe mestre. Mas o meu irmão é a coisa mais importante para mim. Não mo tire. Se o matar farei tudo para que me matem também a mim."

Aro levantou-se custosamente.

"Vejo que o teu amor pelo teu irmão é incondicional. Não posso quebrar isso. Não consigo, para além de que vocês me fazem muita falta. Não seria correcto desperdiçar dois talentos destes. Mas..." a voz de Aro continuava a falhar. "Alec...tens de me prometer que não cometes mais deslizes. Sabes que não tenho piedade. Serei bastante cruel se me traíres novamente."

"Certo mestre." assentiu baixando o olhar.

"Com uma condição...estás extremamente proibido de contactar com os nossos prisioneiros."

"Certo mestre!"

"Estão dispensados. Precisam de descansar e organizar as ideias." cedeu Aro.

"Obrigada Mestre." disse eu extremamente agradecida.

"Obrigado, estou eternamente grato por esta segunda oportunidade." disse o meu irmão  sinceramente.

Aro abandonou a sala.

"Obrigado mana. Amo-te!" agarrou-se a mim com toda a força.

"Também te amo." disse eu derretendo o meu coração há muito tempo congelado.

 



Constança às 21:44 | link do post

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