Sábado, 19.12.09

Olá a todos!!
 
Então aqui tem mais um capítulo. E, sim, é o da Lua-de-Mel. Não empatei mais a cena! xD
Tentei equilibrar as coisas, não quis fazer com o "sol a bater nas costas" nem nada que me/vos enjoasse/em. Espero, sinceramente, que todos gostem!
Ah, grande novidade! A FanFic já tem nome! "New World". Foi uma dica da M!! Obrigada!! :D:D
E tenho que agrdecer, profundamente e novamente, a três pessoas. São elas a C.C., a M e a BeaT. Acreditem que sei elas não havia este capítulo!!! Ajudaram-me imenso, queridas!!! Milhentos obrigadas!
Ah, este capitulo foi escrito a um tirmo alucinante, portanto, é capaz de tar com alguns erros. Perdoem-me!! :P
 
 Beijocas e boa leitura!
 
Margarida

 

( Vão ser postados mais dois posts com o resto do capítulo dentro de minutos.)


Capitulo 10

(parte 2)

 

            Bella rapidamente adormeceu nos meus braços. A sua respiração diminuiu de ritmo assim como a sua respiração. Aninhou-se mais contra mim e suspirou.

            Agora tinha mais tempo e espaço para pensar. Encostei a minha bochecha ao cabelo de Bella, respirei fundo e relembrei a conversa tida com Carlisle, Emmett e Jasper. O mais importante era não deixar que as emoções me controlassem. Eu tinha que ter total consciência do que estaria a fazer. Iria ser algo perigoso e arriscado, não precisava de mais ninguém que mo dissesse. Sabia os riscos que iria tomar, mas estava precavido. Nas últimas semanas tinha-me alimentado com muito mais frequência e com muito mais abundância. Também sabia que iria ser perigoso para Bella, mas eu iria vencer essas “probabilidades”. Para além  disso, também sabia que aquela seria uma experiência cheia de novas sensações, todas elas muito poderosas, que me iriam manipular os nervos. Por isso, iria ser perigoso para Bella. Eu poderia perder o controlo do meu corpo e das minhas acções. Apesar de tudo, sentia-me preparado.

            Passei o resto da viagem a reflectir naquilo que Carlisle me dissera. Ela tinha depositado uma confiança excessiva em mim, uma confiança que nem eu tinha em mim mesmo. Emmett e Jasper também achavam que Bella sairia ilesa. “Pronta para outra”, foram as palavras deles na altura.

            Sabia que o avião estaria quase a aterrar – o sol estava-se a pôr e as hospedeiras começavam a arrumar as suas coisas – e por isso iria acordar Bella, mas, ela adiantou-se. Acordou nos meus braços e logo de seguida brindou-me com um dos seus melhores sorrisos.

            - Hum... – suspirou enquanto se espeguiçava – Dormi imenso, ou pelo menos é o que parece. Sonhei contigo, como sempre. – disse-me enquanto se aproximava dos meus lábios.

            Foi um beijo como todos os outros, mas também diferente. Conseguia sentir um nervosismo a emanar de Bella. E se só este beijo despertou sensações em mim que me fizeram quase perder o controlo, como é que podia estar preparado para o que avizinhava? Não sabia, mas só sabia que tinha que estar.

            - Bella, - disse-lhe enquanto inspirava e senti a garganta a arder devido ao seu cheiro maravilhoso. Podia sentir a agarganta, mas não tinha sede. O meu amor por Bella era superior ao desejo do seu sangue. – já sabes que se eu pudesse sonhar, também seria contigo.

            - A sério? – disse enquanto corava e baixava o olhar para as nossas mãos intrelaçadas.

            - Claro. Eu nunca te minto, Bella.  – e levantei-lhe o queixo com um dedo – Sabes disso.

            - Eu sei. Mas, às vezes, é difícil acreditar que isto tudo é real. Não duvido que me ames, não penses isso. E sei que também não duvidas do meu amor por ti. Isto parece o meu conto de fadas. – disse enquanto corava.

            - Percebo o que queres dizer. – desembaracei-me das mãos de Bella e abracei-a. Bella aconchegou-se contra mim e envolveu-me com os seus braços. -  Não te preciso de dizer que te amo, pois não?

            - Eu já o sei, mas podes repetir... – e soltou uma gargalhada.

            - Amo-te! E muito! –sussurei-lhe ao ouvido no exacto momento em que avião aterrou. Senti-a arrepiar e logo me afastei dela. – Desculpa.

            - Não foi por tua causa, quer dizer foi, mas não era um arrepio de frio. Vá anda. Desta vez não caio. – disse-me com um sorriso torto.

            Rapidamente saímos daquela confusão do aeroporto do Rio. Olhei de soslaio para Bella quando entrármos no Taxi e pude ver a perplexidade e curiosidade estampada na sua cara e no seu olhar.

            - Boa noite. Era para as Docas, se faz favor. – disse-lhe no meu melhor português.

            - Claro, claro. – “Que casal mais estranho. São tão brancos. Vai sair daqui todos vermelhos...” – Mas vai demorar algum tempo. Está um transito horrendo hoje.

            - Esteja descansado. Vá pelo caminho que eu lhe indicar. – e lá lhe comcei a dar as indicações pelas ruelas menos conhecidas do Rio. Em cada rua parecia que havia uma festa, só se via pessoas a dançar na rua. Aquela gente do Rio era a festa em pessoa.

            A certa altura da viagem o coração de Bella acelarou para um ritmo alucinante. Até consegui ouvir o seu estomâgo a contrair-se.

            - Estás bem? – perguntei-lhe preocupado, enquanto lhe fazia uma festa muito suavemente na cara.

            - Estou, estou. – aproximou-se mais de mim e pegou-me na mão.

            Eram estes momentos que me queimavam os nervos todos. Conseguia ver que Bella estava nervosa e preocupada com qualquer coisa, mas não sabia o quê. Nem nos seus olhos que espelhavam tudo o que lhe ía na cabeça conseguia ver o que pensava. Os seus olhos estavam longes e distantes.

            - Bem, o senhor tinha razão. Este caminho é muito rápido. – disse o taxista com um pequeno sorriso.

            - Pois é. Quanto lhe devo? – ainda bem que Alice me tinha posto uns quantos reais na carteira. Ela nunca se esquecia de nada.

            - São 12 reais. – dei-lhe o dinheiro, tentando evitar o contacto com a sua pele. – Obrigado! E boa estadia!

            - Oh, obrigado! – saí do carro e puxei Bella atrás de mim. De seguida foi ao porta-bagagens buscar as malas que traziamos. Via-se mesmo que as malas tinham sido feitas pela Alice... Eram só duas malas, mas eram praticamente do tamanho do mundo.

            Comecei a andar pelo deck, passando por todos os iates grandes e luxuosos demais. Nós só precisavamos de um pequeno barco. Pequeno, mas rápido. Muito rápido! Quando finalmente cheguei ao nosso barco, - pequeno, mas rápido, ágil e robusto – saltei lá para dentro com as duas malas enormes. Pousei-as no convés e voltei a atravessa-lo para ir pegar na mão de Bella e ajudá-la a entrar no barco. Olhei para ela e vi-lhe, mais do que nunca, curiosidade espelhada nos olhos. Naquele momento estive quase a ceder, estive quase para lhe dizer para onde a levava. Mas consegui resistir. Abanei a cabeça e comecei a preparar o barco para a viagem. Enquanto me mexia, conseguia sentir os olhos de Bella a seguirem-me, analisando cada movimento que fazia. Sentei-me no meu lugar ao lado de Bella, aproximei-me dela e dei-lhe um beijo rápido na pele descoberta do seu ombro, respirei fundo e liguei o motor.  Não iria demorar muito tempo, uns 45 minutos.

            À medida que avançava contra o vento e contra as ondas um sorriso desenhava-se na minha cara. Gostava de sentir o vento a bater-me na cara. A velocidade era estonteatemente agradável. Era formidável. E, cada vez estavamos mais perto da Ilha Esme. Poderia, dentro de pouco tempo, revelar o lugar mágico para onde a levava. Ouvi Bella a suspirar e de seguida perguntou-me cheia de curiosidade:

            - Ainda falta muito?

            - Cerca de meia hora. – e sorri quando olhei para ela. Bella estava a agarrar o banco com a maior força que tinha. Não sabia que Bella tinha medo de barcos... Também nunca tínhamos falado deles.

            Olhei para a Lua. Estava quase redonda. Quase Lua Cheia. Estava oval e parecia um olho. Um olho que parecia que nos observava, como... como, um tigre antes de saltar para cima da presa. Abanei a cabeça para afastar estes pensamentos patetas, precisava de me concentrar e acalmar. Acelarei ainda mais e foquei o meu olhar no horizonte.

Só tinha ido à Ilha Esme uma vez. Fora quando Carlisle andava a tentar descobrir o que oferecer a Esme para o seu primeiro aniversário como vampira. Descbrimos a Ilha numa caçada que fizemos na Amazónia. Eu queria vir por mar e Carlisle concordou. Já estavámos a nadar há umas horas quando eu a vi. Carlisle soube logo que aquela era a prenda perfeita para Esme.

E agora, lá estava eu, um vampiro, a caminho da Ilha Esme para ir com a minha mulher, uma humana muito especial, de Lua-de-Mel. Algo surreal, não?

Comecei a ver a Ilha Esme no horinzonte, a sua areia branca, molhada pela água quente do Brasil, as suas palmeiras a gitarem-se à aragem quente. A ilha ainda estava demasiado longe para Bella a ver. Deixei que o barco avançasse mais um pouco.

- Bella, olha para ali. – pedi-lhe enquanto apontava para a silhueta da ilha. Bella já conseguia ver, achava eu. Olhei para ela e encontrei-a a franzir os olhos. Depois vi-a relaxar a expressão e ficar com um ar maravilhado e espantado. De seguida ouvi o seu coração acelarar. Sempre soube que Bella iria adorar a ilha...

- Que lugar é este? – sussurou, enquanto eu me dirigia para o pequeno porto do lado Norte da ilha.

- A Ilha Esme. – disse-lhe num sussurro. Era aliviante o facto de saber que não tinha que esconder mais nada de Bella. Era bom saber que Bella já sabia.

Abrandei e parei o barco no cais. Instalou-se um silêncio entre nós. Só se ouvia o coração de Bella e algumas ondas a bater no barco. Olhei para Bella e encontrei-a com a respiração acelarada, estava corada mas com um ar maravilhado. Estava linda, perfeita, como sempre.

- A Ilha Esme? – perguntou-me Bella, frizando o nome da minha mãe.

- Uma prenda do Carlisle. A Esme ofereceu-se para a emprestar. – retorqui-lhe com simplicidade. Olhei para ela pelo canto do olho e vi-a de sobrolho. Que estaria a pensar? Uma pergunta sem resposta, já sabia.

Levantei-me, peguei nas malas e pu-las no cais. Depois, virei-me estendi os meus braços e peguei na Bella com um sorriso enviasado.

- Não devias esperar até chegarmos à entrada de casa? – perguntou-me com o coração super acelarado e a ofegar. Passei o peso de Bella só para um braço e com o outro peguei nas duas malas, de seguida dei um pequeno salto para o pequeno cais.

- Comigo é tudo ou nada. – disse-lhe com o meu melhor sorriso irónico, já a andar pela suave areia branca da praia da Ilha. Continuámos a anvançar por entre as árvores, porém nenhum de nós falava. Limitavamo-nos a olhar em frente para as luzes da casa. Começava-me a sentir nervoso. A partir daqui, não sabia o que ía acontecer. Não sabia o que dizer ou pensar sobre o assunto. Simplemente sabia que tinha que ter controlo sob as minhas emoções. Tinha que controlar tudo o que fazia parte da minha natureza.

De repente, do nada, o coração de Bella acelarou imenso. Olhei para ela, mas Bella não me olhou. Continuou, simplemente, a olhar em frente, para as luzes já visiveis da casa. O que estaria Bella a pensar? Pensei em perguntar-lhe isso mesmo, mas, imediatamente, os nervos assaltaram-me ainda mais e com mais ferocidade.

Quando, finalmente, cheguei ao pequeno alpendre da casa da Ilha, pousei as melas e abri a porta. Parei á porta e fiquei a olhar para Bella, precisava que ela olhasse para mim pra ver se percebia o que lhe estava a passar na cabeça, pois isso seria a razão de a sentir tão tensa no meu braço. Ela, passado alguns segundos, olhou para mim, mas só vi nervosismo no seu olhar. Estava tão nervoso como ela, mas sorri-lhe e atravessei a porta. Fui andando pela casa e acendendo as luzes com uma pequena pancada no interruptor. A casa estava diferente. Tinha sido pintada com tons mais claros e a decoração estava mais moderna, mas estava gira. Bella estava a olhar para todo o sítio, analisando cuidadosamente cada promenor. O último quarto era o nosso quarto. Quando ia a acender a luz, deparei-me com um pequeno papel colado ao interruptor. Rapidamente o descolei e pu-lo no bolso. Bella não reparara. De seguida acendi a luz.

Via-se mesmo que Alice lhe tinha dado o seu toque. Estava com uma decoração muito característica dela. Os lençois da enorme cama eram brancos e o dossel deixava cair umas redes mosquiteiras brancas à volta da cama. Parecia daquelas camas que só se veem nos palácios antigos, muito altas e com um ar mágico. A nossa cama assemelhava-se a uma dessas camas.

Posei cuidadosamente Bella no chão e tentei arranjar uma desculpa para aquilo que ía fazer:

- Eu... – não me estava a lembrar de nada – vou buscar a bagagem. – era verdade e mentira ao mesmo tempo. Precisava de ler a mensagem de Alice ou Jasper e de ir buscar a bagagem. Mas, antes de sair, peguei no comando do ar condicionado e liguei-o, e pus numa temperatura excessivamente quente. Seria mais fácil para Bella. De seguida, virei-me sobre mim mesmo e corri a uma velocidade sobre-humana para fora de casa. Mal cheguei lá fora, desdobrei o bilhete e li-o:

         Edward,

Deixa a Bella ter uns minutos humanos. Ela deve estar cansada.

Ah, contratei um serviço de limpeza que vai aí 1 vez por semana. Por amor da Santa, tem cuidado com a casa. Não a deites abaixo. Vai correr tudo bem, acredita.

                            Beijos,

                                               Alice


 


Carolina às 21:55 | link do post

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