Quarta-feira, 24.02.10

Já podem ler o terceiro capítulo desta FanFic!

 

Capítulo 3

Conhecimento

 

Partimos em direcção à casa grande, sem qualquer pressa. Apenas ao nosso ritmo normal, numa respiração constante e desnecessária.
A hora da família aproximava-se e já esperava uma longa noite a conversar ou um serão a jogar xadrez. Desde à algum tempo que não ganhava a Edward, pelo que pensei que ele me deixara ganhar das outras escassas duas vezes em que fizera beicinho.

Emmett esperava-nos na porta de trás assobiando descontraidamente e saudou-nos quando entrámos.
A família estava disposta no sofá e Alice era a única que estava em pé rindo e conversando com Jasper.

Entrámos suavemente e sentámo-nos no lugar reservado para nós. Renesmee começou por ficar calada, mas logo começou a andar pela sala em círculos perfeitos até que Esme lhe chamou à atenção para os vasos de flores que agora se encontravam em oscilação.

Violet sorria timidamente para Edward, pelo que me retraí. Edward apercebeu-se da minha súbita mudança de humor e puxou-me contra si, beijando-me o maxilar.

Emmett jogava xadrez com Jasper, Rosalie conversava com Renesmee a respeito do poema que Rosalie lhe lera, Alice discutia com Esme algo sobre o quarto de Violet e eu encontrava-me sentada ao colo de Edward no seu abraço apertado, enquanto Violet observava Renesmee com atenção.

- O que está ela a pensar amor? – perguntei-lhe curiosa.
- Está apenas a admirar a nossa filha, a sua beleza e inteligência para manter a conversa que está a ter com a Rosalie.
- Hummm, ok mas eu queria tentar que ela se chegasse ao Jake primeiro...
- Está descansada. Amanhã tratamos disso.
- Peço desculpa. – olhei-o
- Não peças, eu percebo o que estás a sentir – beijou-me emotivamente e acariciou-me os cabelos, pelo que estremeci, ele soltou uma gargalhada e quando ele me  começou a agarrar na cintura, Emmett foi o primeiro a manifestar-se

- Então, então! Estamos na sala! Guardem isso para mais tarde!  - disse Emmett em tom de gozo.
- Cala-te pá! – disse Edward, continuando a abraçar-me e a empurrar-me contra o seu peito.
Emmett soltou uma gargalhada e voltou tudo ao normal. Era capaz de ficar a noite toda assim, no momento perfeito, em família, com a minha filha, com o amor da minha vida, e com o meu melhor amigo, que se encontrava no jardim com Leah, a sua companhia de ‘lobo’.

O serão prolongou-se e às 3h da manhã, Renesmee deitou a cabeça nas minhas pernas frias e adormeceu.
Era tão linda, e tão perfeita, olhava para ela toda a vida, tanta beleza num só corpo, e era minha filha...

- É mesmo perfeita – suspirou Edward. Aproveitava os serões em família para treinar com Edward o exteriorizar do meu escudo, e já quase o fazia completamente, que Edward já conseguia ouvir os meus pensamentos em quase todo o dia. Apenas quando não queria é que me fechava e gozava a sua inútil tentativa de me contactar pela mente.

As pessoas acabaram por se retirar, acabando por ficar eu, Alice, Edward e Violet. Aproveitámos por falar das marcas de carros que tínhamos e aquelas que desejavam adquirir, com toda a conversa, descobri o que oferecer para o seu aniversário, dia 20 de Junho. Um lamborghini gallardo cinzento. Quando pensei no carro, Alice sorriu-me, devia ter visto nas suas visões o que eu lhe ia oferecer, pelo que parecia que ele tinha gostado.

Acabei por ficar só eu e Violet a falar sobre o mistério da existência de Renesmee, Vie era uma boa conversadora e muito simpática, além de que a sua beleza era tão única que prendia o olhar de qualquer um.

A sua beleza, era diferente da de Rosalie, era exótica, pelo que era difícil compará-las pois eram igualmente lindas pelo que não conseguia chegar a um consenso, sobre quem era mais bonita.

Edward e eu regressámos a casa, às 5h e deitámos Renesmee na sua cama.

- Eu vou para a sala – disse Edward sorrindo.
- Vou ficar aqui a ver Renes. – Edward acenou com a cabeça, e agarrou-me pela cintura e beijou-me durante uns 2 minutos.

- Tens a certeza – disse ele olhando-me sedutoramente.

- Decididamente não – beijei-o e ele pegou-me ao colo ainda beijando-me e atravessou o pequeno corredor até ao quarto. Deitou-me na cama e assim ficámos até que despertei.

- Bom dia – disse eu enquanto lhe fazia círculos na mão.

Ele não me respondeu, apenas se levantou e beijou-me na testa, pegou na minha mão e olhou para o anel que o unia a mim. Agora sabia porque Edward achava tão importante casar. Era como se fosse algo pelo qual não se podia passar. Como se isso significasse que eu não fugiria dele, mas com ou sem anel, ficaria com ele para sempre.

Enquanto ‘dormia’ relembrava-me do sonho que tivera à já algum tempo, enquanto era humana, eu velha, com o rosto carregado e com uma expressão inalterável, e Edward intocado, num espelho que se assemelhava a um pesadelo do meu reflexo.

- Ainda bem que estás aqui, comigo, para todo o sempre – disse. Sorriu-me e beijou-me o pescoço com leveza.

- Simplesmente, se não tivesses sido tu a transformar-me, Seria Alice, ou Carlisle, era a única hipótese. Eu quero ficar contigo para sempre, Eu amo-te Edward. Não era durante a minha vida humana que teria tempo para demonstrar o amor que sinto por ti. Obrigada por simplesmente existires, por estares comigo e por tornares isto cada vez mais um sonho meu amor.

- Eu Amo-te Bella. – beijou-me e começou a cantarolar a minha música de embalar, dos tempos em que dormia.

- Eu tenho uma coisa que gostaria de saber...

- Diz meu amor.

- Como eras tu quando eras humano?

Edward riu-se e pegou-me na mãe e encostou-me ao seu peito.

- O meu coração, batia...

- Edw... Algo que eu não saiba!

- Uhm, deixa ver, tinha os olhos verdes, e andava no liceu em Chicago, costumava andar sempre sozinho e adorava estar em casa a ler os livros, daquela época, sabes, Romeu e Julieta, esse género.

- Sim ...

- Tinha uma gata, que se chamava Bella – ele sorriu - e é tudo que me lembro.

- Amor, o que vai acontecer à Renesmee quando atingir os 14 anos?
- Não sabemos, é por isso que temos de ir à América, precisamos de saber o que o Nahuel sentiu, ou o que se passou com ele. Só aí saberemos se ela passará pela mesma fase de dilaceração, ou se simplesmente de um momento para o outro o coração dela pare e ela se torne uma de nós.

- Quando vamos fazer essa viagem?

- Brevemente, penso eu. – ele sorriu – mais alguma pergunta senhora Cullen?

- Por agora não senhor Cullen.

Edward soltou uma gargalhada sonora e investiu em mim novamente, Edward e eu acabámos por cair da cama, mas penso que o chão é que saiu magoado, pois Edward e eu só nos levantámos no início da manhã quando Renes bateu à porta do nosso quarto, Edward apressou-se para o vestuário e eu deixei Renes em cima da nossa cama enquanto me dirigia com os lençóis atrás.

Vestimo-nos rápido e fomos ter à casa grande.

*

- Bom dia! – falou Emmett do andar de cima.

- Oi! Que lindo dia!!! – Disse Alice com a sua voz de sino.

- Bom dia - dissemos nós em coro como se tivéssemos contado até três com os dedos.

Violet e Esme desceram até à sala com um enorme cortinado, deviam estar a mudar a decoração. Era cor de púrpura e tinha pequenas flores castanhas nas pontas.

Alice encontrava-se no topo da escada fazendo um quadrado com as mãos, para ver se os cortinados estavam bem alinhados.

Emmett, descera e encontrava-se a jogar á bola no pátio com Renesmee e Jacob. Conseguia ouvir os seus risos, estavam divertidos.

Era dia 10 e faltavam apenas dez dias para 111º aniversário de Edward e as meninas andavam a preparar uma, ‘pequena’ festa de aniversário organizada pela ALICE. Pela Alice, haveria de ser ‘pequena’, viria a família dos Denali, Tanya e Carmen.

Alice planeara uma reunião no dia 13 com toda a família para planear a festa pormenor por pormenor, o que irritou Edward, pois ele não queria uma festa de arromba, apenas um ponto no calendário.

Os dias arrastavam-se, cada um diferente do outro, mas sempre com uma coisa comum, Edward, Renes e a família comigo. O que para mim era mais que perfeito. Mas esta total felicidade deixava a desejar, pois pressentia que estava algo para acontecer, algo que, não sabendo porquê, estava relacionada com os Volturi.


 

 



Carolina às 22:30 | link do post

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