Terça-feira, 22.06.10

Hoje serão postadas duas FanFic's. Uma agora e outra que será postada mais à noite.

 

Agora fica a FanFic da Andreia e da Rita, onde esta última vos deixa uma mensagem importante.

 

Olá Twilighters!!!

Bem, daqui é a Rita Diniz, escritora desta fanfic “quarto crescente”. O motivo pelo qual estão a ler esta mensagem, é o seguinte;

Sei que todo este tempo que estiveram a esperar por este novo capítulo, foi imenso, e acreditem, que me custou muito. Não vou estar aqui a dar desculpas, até porque isto agora é algo bom, isso o espero. E preciso da vossa ajuda.

Falei sobre este assunto desta enorme espera com a Andreia há algum tempo… e a falta de tempo e disponibilidade que ela tinha não era o suficiente para vos poder continuar a dar… e acabámos por acordar que… a partir de agora, a fanfic irá passar a ser escrita única, e exclusivamente por mim.

Agoraaa, conto com o vosso apoio! Não quero que de modo algum deixem de ler nem acompanhar. Acreditem que isto foi feito por vocês, porque caso contrário a fic acabaria. E eu não queria isso! Porque ela surgiu por minha causa, e adoro escreve-la! E acima de tudo adoro que vocês a leiam, gostem, fiquem contentes e expressem a vossa opinião. Muitas surpresas vos reservei. E acreditem, se continuar a ter o vosso apoio… o “quarto crescente”, não se ficará por aqui, porque a história ainda não acabou… no dia seguinte ainda temos “sol” ;)

 


Capitulo 27

Alice Cullen

 

“-Mas porquê matar, Marcus? Não será esse acto algo… inútil? Já pensaste no jeito que as criaturas nos dariam? – Dizia Aro, agitando-se na sua poltrona. Por detrás dele era visível a manhã de Inverno que cobria Itália, e a neve que aconchegava e tornava pálidas as janelas.

Caius resfolegou.

-Sempre muito passivo, claro. Que tens em mente? – Perguntou, enquanto limpava os seus lábios agora num tom de cereja, entregando o cálice onde outrora havia bebido a uma mulher com o seu tom de pele salmão, cabelos ruivos e sardas que lhe adornavam a face numa pura harmonia.

Aro riu-se.

-Algo interessante. – Rematou, - Agora podes ir, Denali.”

 

-Alice, Alice por favor diz alguma coisa! – Insistia Bella a meu lado.

Tinha acordado. Agitei a cabeça tentando regressar completamente à realidade. Jasper estava agarrado a mim, tentando acalmar-me. Senti os seus efeitos.

-Alice, - pronunciava Carlisle calmamente, - que viste?

Olhei Renesmee, estava com os braços sobre a mesa, e a sua cabeça pousava sobre eles, onde os seus caracóis dourados a adornavam. Jacob estava a seu lado, com o seu braço quente a rodeá-la, mas olhava fixamente para mim. O anel estava no chão, a máquina também.

-Desculpem, - pedi – não…foi nada. – tentei mentir, fazendo um ar convincente. Jasper assentiu. Falaríamos depois.

-Alice, não mintas. – Pediu a Nessie, levantando lentamente a cabeça, a sua face estava mais pálida do que o habitual, mas as suas maçãs do rosto estavam ligeiramente rosadas. – Preciso da verdade. A esta altura não acho normal que me ocultes coisas, principalmente se têm a ver comigo.

-Jasper… - Sussurrei. Ele percebeu.

-E não acho bem controlares as minhas emoções! – revoltou-se.

-Nessie, vem comigo – Pediu Jacob.

-Sim, Jake – afirmei, - leva-a contigo, para o quarto. Estás grávida, precisas de descansar Nessie. – disse dirigindo-me directamente a esta, tentando esboçar um sorriso, e com um tom de sonoridade mais doce. Dei-lhe um leve beijo na testa e fiz-lhe uma festa no cabelo – Confia em mim, Renesmee.

Olhei Jasper, e as minhas palavras juntamente com a sua habilidade, pareciam ter surtido efeito.

-Confio. Mas por favor Alice, não me mintas. Nunca. – Disse-me. Senti-me prestes a chorar, estava a mentir à pessoa mais carinhosa e que mais gostava neste mundo. Mas não choro, era o que me valia neste momento. Limitei-me a sorrir, - Confia. – Assegurei-lhe. Esta sorriu também, e deu a mão a Jacob.

-Preciso de me deitar, vens? – Perguntou-lhe, agarrando numa taça de gelatina e numa colher, que levaria consigo.

-Sobe amor, vou já. – Disse ele. Ela assentiu e vi-a desaparecer lentamente escada acima. – Agora nós Alice Cullen, conta-me o que viste. A verdade, de preferência. – Fitava-me agora fixamente com aqueles olhos ardentes. Virei a cabeça para o lado de modo a evitá-lo. Olhei Edward, que se encontrava com os maxilares serrados. Já saberia da minha visão. Bella estava agarrada a ele e a sua expressão transmitia pânico.

-Jacob, - comecei – vai ter com a Nessie, – ele ia começar a falar, mas interrompi-o – eu prometo que te conto tudo! Mas agora faz o que te digo, ela precisa de ti! Contar-te-ei tudo a ti, acredita que estou a pensar no bem dela. E…dos bebés também. – Vi o negrume que agora se apoderava da sua face, e ele assentiu.

-Obrigado. – Disse, e subiu também ele as escadas.

-Carlisle, Edward, Esme, Bella, Rose e Jazz… preciso de falar convosco família. – Disse olhando todos seriamente.

-Então e eu pá? – Esta era a voz que quebrava todos os momentos mais tensos.

-Emmett, conto contigo para ires lá para cima… entretê-los. E impedir que desçam, temos de manter a Renesmee alheada de tudo isto. – Pedi-lhe, tentando fazer uma voz doce e melódica – Não queres perder os teus sobrinhos pois não?

-Claro que não! – Respondeu. – Eu trato dos putos. Vá, high five! – Pediu.

-Isto é sério, temos um problema severo. Estou preocupada, achas que te vou dar um high five? – Apesar de ser uma pergunta retórica, vi que ele ia responder.

-Venham todos comigo – Pediu Carlisle, interrompendo. Todos nós assentimos e começámos a mover-nos atrás dele.

Senti um leve toque no meu braço, e não precisei de me virar para saber quem era, e o que queria.

“Sim Edward?”

“Elas estão em perigo não estão?”

 

(…)

Jacob Black

-Já acabaste? Queres mais?

-Não Jake, estou bem assim. Obrigada. – Respondeu, e dei-lhe um beijo na testa.

-Vá Nessie, agora deita-te – Pedi, e tapei-a com a manta creme que se encontrava aos pés da cama. Ela sorriu.

-Olha… - Sussurrou-me com voz doce.

-Sim, Nessie?

-Tu…não acreditas no que a Alice disse, pois não? – Perguntou. Não sabia que havia de responder… tinha de manter a verdade em segredo. Uma verdade que até ao momento até eu desconhecia. Mas seria algo assim tão negro que se aproximava? Estaria perto? Que tipo de coisa seria? Lembrei-me depois da última palavra que Alice pronunciou… “Volturi” – e a sua voz soou na minha cabeça, repetindo-se vezes e vezes sem conta, como se de um eco se tratasse. Estava a tornar-se agoniante, e não passava… - Jake! – empurrou a Nessie.

-Han? Desculpa… - Pedi, sentindo a cabeça desordenada, tinha todas as ideias fora do sítio, e esta parecia que estava num carrossel.

-Perguntei se não acreditavas na Alice. Sabes mais do que dizes, não sabes Jake? Não me mintas, não a mim. – Pediu, já sentada na cama. Afastei-me e cruzei as mãos sobre as minhas pernas.

-Proteger-te-ei sempre. – Disse-lhe seriamente, foi o único que me ocorreu no momento, mas era verdade, faria tudo ao meu alcance para proteger a Nessie, e as minhas filhas.

-Mas não me respondeste Jacob. Sabes? – Continuou a insistir. Tinha de mentir.

-Se eu soubesse… contava-te. – Rematei. Custava-me imenso mentir-lhe desta maneira… tentei convencer-me de que seria para o seu bem.

-Obrigada. Sabes… amo-te. – Disse ela a rir. Subitamente lembrei-me de algo.

-Eu também, e é por isso que tenho algo a dizer-te… pedir-te. – Disse meio envergonhado, era agora ou nunca. Será que ela iria aceitar…? Como seria uma vida nossa, juntos? E com este novo e negro futuro que agora se avizinha? Iriamos conseguir ser felizes, juntos?

-Sim, diz… - Disse, enquanto girava a mão, tentando fazer com que avançasse.

-Eu… bem… Renesmee Cullen, – comecei, perdendo a vergonha – aceitas casar-te comigo? – Olhei a sua expressão de surpresa, mal saquei o anel do bolso. Ficou imóvel e silenciosa durante momentos…o tempo parecia que não avançava, e estava a ver-nos ali congelados, e ela não me dava resposta nenhuma.

Será que tinha sido um erro? Amar-me-ia ela o suficiente para casar comigo? Ou será que não queria um compromisso assim… mais sério. Fosse como fosse, esta espera estava a dar cabo de mim, e estava capaz de apontar uma pistola à minha cabeça e… coiso. Estava a sentir-me tenso, e a suar por todos os lados…

-Pronto Nessie, desculpa… - comecei.

-Não… Jacob, desculpa mas… - disse. Fiquei com medo, e uma enorme onde de desilusão invadiu-me. Virei a cara para o lado, e levantei-me da cama, não queria pensar em mais nada nem ninguém, só queria ir para casa enterrar-me no sofá a comer bolachas de chocolate… dei quatro passos e abri a porta. – Jake! Onde vais? – Perguntou, o que me fez parar.

-Vou… ter com a alcateia, é isso. – Respondi sem ânimo algum, e já a começar a rodar os calcanhares, de modo a poder sair. Olhei-a uma última vez por breves segundos, expressava um olhar triste, mas tentei concentrar-me em sair dali e desanuviar. Nem queria acreditar que o meu sonho tinha ido por água abaixo… afinal, todo aquele nervosismo se explicou, e no final, ela não quer casar comigo.

-Mas eu não acabei – disse a levantar-se, e veio ter comigo, e abraçou-me pelas costas, e ao encostar a cabeça ao meu ombro, virou-me com cuidado. – Achavas que eu não queria casar contigo, rafeiro?

 



Carolina às 17:49 | link do post

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