Sábado, 28.02.15

CONSUMIDA

Por

Cullyn Doerfler & Megan L. Reese

 

 

 

A APARECER

EXTERIOR DE UMA VILA INGLESA DO SÉCULO NONO – CASA DA JANE - DIA

Está escuro num dia quente de primavera. Árvores balançam ao vento.  Um campo com culturas a nascerem à distância. Galinhas e cabras vagueiam.

MÃE (25), uma mulher simples com longos cabelos castanhos, lava a roupa num grande balde de madeira em frente à sua casa. A pequena habitação é feita de madeira, lama e feno. A mulher usa um vestido camponês simples.

Os gémeos JANE e ALEC (3) correm atrás um do outro em círculos, rindo. Jane e Alec têm olhos azuis, e cabelo castanho claro e castanho escuro, respectivamente. Jane usa um vestido simples. Alec tem uma túnica e calças.

Um homem, ARO (nos seus 20 anos), aproxima-se do trio. Ele é muito pálido, tem os olhos pretos e cabelo até aos ombros. Ele é um vampiro charmoso com mais de dois mil anos.  Aro veste uma fato de fidalgo e é muito adequado. Aro sorri para a Mãe e olha para os gémeos.

ARO

Perdoe-me a intrusão, mas estas crianças são suas?

A Mãe pára. Jane e Alec param de brincar e vão para trás ela. Os gémeos espreitam um de cada lado dela. Olham para Aro com curiosidade.

MÃE

(protectoramente)

Porquê, sim, são.

ARO

(inclina-se)

MÃE

Sim.

ARO

Adorável! Nunca encontrei gémeos nas minhas viagens.

Aro dirige-se para os gémeos.

ARO

Pode achar isto estranho, mas posso conhece-los?

MÃE

(chegando-se para trás, mas lisonjeada)

Eu – eu suponho que não há mal nisso.

Mãe põem as mãos nas costas dos gémeos e tira-os das costas dela.

MÃE (CONTINUAÇÃO)

Estes são o Alec  e a Jane.

ARO

Nunca vi crianças tão adoráveis.

Aro ajoelha-se em frente aos gémeos.

ARO (CONTINUAÇÃO)

É meu prazer conhecer-vos. O meu nome é Aro.

Aro olha para Alec e oferece-lhe a sua mão. Alec pega nela relutantemente. Aro fecha os seus olhos por apenas alguns segundos e sorri. Aro lê as mentes com apenas um toque.

Alec puxa a mão e esconde-se atrás da mãe.

Aro oferece a sua mão a Jane. Ela pega-lhe sem qualquer hesitação. Aro fecha de novo os olhos por uns segundos para ler a sua mente. Ele abre os olhos e Jane está a OLHAR para ele. Jane sorri um pouco e Aro faz o mesmo.

MÃE

Acho que ela gosta de si.

Aro pára. Bate as suas mãos e junta-as.

ARO

Fascinante! Eles são extraordinários.

Jane olha para Aro atentamente. Mãe olha para trás para ver Alex. Quando a Mãe procura Aro, ele desapareceu.

 

DISSOLVER PARA:

EXTERIOR DO CAMPO DA VILA – DEZ ANOS DEPOIS – DIA

O céu está escuro. É uma tarde tardia de verão. Um caminho gasto e sujo divide o campo relvado.  Culturas num dos lados do campo murcham e morrem. Está um dia calmo.

JANE (13), uma rapariga bonita e pequena com cabelo castanho claro e olhos azuis vivos, corre pelo caminho sujo. Usa um vestido camponês. Os seus sapatos estão usados. Folhas e paus partem por debaixo dos seus pés à medida que ela corre.

JANE

(respirando com dificuldade)

Jane olha por cima do seu ombro vendo se a pessoa que a persegue está a ganhar. Ela MUDA DE CAMINHO e desvia-se para o campo em direcção a uma grande árvore. Toca no tronco com ambas as mãos. Jane vira-se e ri.

O seu irmão gémeo, ALEC (13), um rapaz pequeno com cabelo castanho escuro, e com os meus olhos azuis brilhantes, toca a árvore segundos depois dela. Alec usa uma túnica e calças camponesas. Parece derrotado.

JANE (CONTINUAÇÃO)

Ganhei outra vez!

ALEC

Hey! Cortas-te caminho pelo campo! Isso não é justo.

JANE

Estiveste mais perto desta vez, Alec. Quase ganhaste.

Jane olha para o céu coberto de nuvens e semicerra os olhos.

ALEC

Devíamos ir para casa em breve. A Mãe deve estar a perguntar-se onde estamos.

JANE

(concorda)

Os gémeos afastam-se da árvore. Os olhos azuis de Jane estão FELIZES e brilhantes.

 

CORTA PARA:

EXTERIOR DA VILA – DIA

Jane e Alec andam pela vila. Há habitações de um andar feitas de madeira, feno e lama. Gado vagueia.

Duas MULHERES (20) aproximam-se de Jane e Alec pela direcção oposta. As mulheres traze cestas. Elas vêem os gémeos, param, sussurram uma para a outra, VIRAM-SE e andam para o lado contrário. Os gémeos ignoram-nas e continuam a andar. Eles estão habituados a isto.

Um AGRICULTOR (30) andando com um cavalo olha para os gémeos. Ele conforta o seu cavalo ansioso à medida que eles passam.

Uma MULHER (20) e o seu FILHO (8) correm para dentro das suas casa quando os gémeos passam. Ela BATE COM as pequenas persianas de madeira para as fechar. Jane e Alec são temidos. Alec está nervoso. Jane olha para Alec como quem diz “está tudo bem.” Ela aperta a sua mão.

No pico da vila Jane vê um arranjo de flores amarelas a poucos metros do caminho.

JANE

Olha para aquelas flores lindas! A mãe vai adora-las! Vai indo.

ALEC

Eu digo-lhe que estás a caminho de casa.

Alec abraça Jane e vai-se embora. Ela sorri. Jane abandona o caminho para colher as flores. Ela cantarola. Jane está no seu mundo.

Um grupo de três rapazes adolescentes pararam numa cerca de madeira próxima. Reparem que Jane está sozinha. RAPAZ #1 (14), RAPAZ #2 (15) e RAPAZ #3 (16) aproximam-se dela.

RAPAZ #1

Bem, bem. Olhem! Uma das bruxas da cidade.

Jane está assustada e congela no lugar. Os seus OLHOS são MEDROSOS. Ela recolhe as flores.

RAPAZ #2

Que pena o teu irmão ter ido embora.

Jane está com medo mas mantém a compostura.

RAPAZ #3

Vocês os dois estão sempre juntos. Acho que precisas de outra pessoa para brincar.

RAPAZ #2

(ri)

Sim! Temos um jogo para ti.

O Rapaz #2 pega no braço de Jane e puxa-a de volta para o caminho. Ela tenta resistir. Os agressores cercam Jane.

RAPAZ #3

Isto pode doer um pouco.

O rapaz #3 pega e atira uma pedra de tamanho médio. Acerta na testa de Jane. Ela cai e deixa cair o bouquet. A cara de Jane está a sangrar quando ela olha para cima.

JANE

Por favor. Parem.

RAPAZ #1

Tu é que precisas de parar. Não devias ter amaldiçoado a nossa vila para que todas as culturas morressem.

RAPAZ #2

(sarcástico)

Oh! Que bonitas flores!

O rapaz #3 esmaga o bouquet com o seu pé. Jane tenta debilmente chegar às flores mas desiste. Chora.

RAPAZ #3

Agora essas flores são ervas daninhas. Como tu e o teu irmão. Ninguém quer a tua espécie a viver na vila. Mas tu podes morrer aqui.

 

DESAPARECER PARA:

EXTERIOR DA VILA – DIA

Jane abre os OLHOS, desorientada. MÃE (35) aproxima-se apressadamente. Ela vê um pouco do que aconteceu a Jane.

MÃE

Jane!

Jane esforça-se para se levantar e se sentar. A sua face, pernas e braços estão a sangrar, com arranhões e pisaduras. As flores estão desfiguradas no chão.

A mãe ajoelha-se ao lado de Jane e ajuda-a a sentar-se. A mãe tenta não reagir aos ferimentos de Jane.

Mãe (CONTINUAÇÃO)

O Alec disse que estarias em casa dentro de poucos minutos, mas nunca mais apareceste.

JANE

Devia ter ficado com ele.

MÃE

Isto não é tua culpa.

A mãe ajuda a Jane a levantar-se. Ela está fraca e desequilibrada devido às pancadas. Jane apoia-se na mãe.

JANE

(percebe algo, olha à sua volta)

Onde estão os rapazes... eu –

MÃE

De certeza que fugiram.

JANE

(em pânico)

Não me lembro do que estava a pensar quando eles estavam –

MÃE

Sei que estás a tentar controlar-te – (sem facilidade, faz uma pausa para encontrar apalavra certa) a ti mesma. Precisamos de chegar a casa. Estará escuro daqui a pouco.

Jane aponta para as flores estragadas no chão.

JANE

Estava a colhê-las para ti.

MÃE

Tão bonitas. Minha doce Jane.

Dão alguns passos em direcção a casa fora da cidade.  Jane manca e apoia-se na mãe. Mãe nota algo nos lados. É uma das flores amarelas que Jane deixou cair. Não está esmagada.

A Mãe apanha a flor, parte parte do caule e enfia-a no cabelo de Jane. Jane consegue lançar um pequeno sorriso à mãe. Continuam a andar.

 

CORTAR PARA:

INTERIOR DA CASA DE JANE – CREPUSCULO

A mesma casa de há dez anos atrás – um grande quarto com o chão sujo. Uma pequena janela deixa entrar aquilo que resta da luz do dia. Feno está espalhado pelo chão. No canto estão camas feitas de sarapilheira cheios com feno. Um pote aquece ao fogo.

Jane senta-se na mesa de madeira. Uma tigela de madeira com trapos ensanguentados está junto a ela. As pernas e os braços de Jane estão enfaixados. O seu corpo está pisado. A flor amarela ainda está no cabelo de jane. Alec senta-se na cama.

A mãe limpa um arranhão na cara de Jane. Jane estremece.

MÃE

A crueldade faz parte da natureza humana. Não sei quanto mais é que tu e Alec podem aguentar. As pessoas nesta vila culpam-vos e punem-vos por tudo o que corre mal.

JANE

Essa não é a única razão. Nós somos –

MÃE

(inquieta, quer terminar a discussão)

Jane. Chega!

Jane e Alec estabelecem contanto com os olhos. A mãe dirige-se para um balde de madeira e deixa cair a tigela de madeira com os trapos lá dentro.

MÃE (CONTINUAÇÃO)

(aterrorizada, baixa a voz)

Nós não falamos sobre isso.

 

DESVANECER PARA:

INTERIOR DA CASA DE JANE – NOITE

O PAI (35) de Jane entra pela porta da frente. Ele é um antigo soldado Franco em boa forma, mas agora é agricultor. Ele está farto que os vizinhos chateiem os seus filhos. A mãe senta-se num banco à mesa, reparando um vestido. Jane e Alec sentam-se na cama. Velas aclareiam o quarto.

O pai vê as feridas de Jane.

PAI

Jane!

MÃE

(espera)

Ela encontrou-se com uns rapazes no caminho para casa –

O pai fica chateado pelos rapazes terem magoado a sua filha.

PAI

Isto já foi longe demais! Esta cidade! Estas pessoas! Eles precisam de ouvir a voz da razão.

MÃE

(nervosa)

Por favor não causes confusão. Podia reflectir-se na Jane e no Alec.

PAI

(voz falha)

Portanto é suposto eu não fazer nada enquanto as pessoas desta vila atormentam os nossos filhos? Acusam-nos de feiti –

MÃE

(abana a cabeça, tapa as orelhas com as mãos)

Nunca digas essa palavra.

Um BANG na porta para abruptamente a discussão.

HOMEM #1

Abram a porta! Sabemos que estão aí!

O pai abre a porta para os três grandes e musculados agricultores. HOMEM #1, HOMEM #2 e HOMEM #3 (30), os chefes da caça às bruxas de Jane e Alex, estão chateados. O HOMEM #2 tem um machado. Outros vizinhos estão do lado de fora com tochas e machados.

O Homem #1 empurra rapidamente o Pai e a Mãe. Procura Jane.

HOMEM #1

(para Jane)

Onde estão?

MÃE

Quem?

HOMEM #2

Os nossos filhos!

O Homem #2 entra e passa pelo Pai antes que este o consiga parar. O Homem #3 entra atrás do Homem #2. Os homens procuram sangue.

HOMEM #2 (CONTINUAÇÃO)

Eles foram cortar lenha e ainda não voltaram. Sabemos que eles estiveram com essa bruxa ainda hoje!

O Homem #2 aponta para Jane. Ela luta por ficar de pé. Alec ajuda-a.

MÃE

A nossa filha foi agredida pelos vossos rapazes hoje. Olhem só para ela!

HOMEM #2

Então ela tinha uma razão para os magoar! (olhando para Alec) E tenho a certeza que ele também fez parte disso.

PAI

Os vossos rapazes estão provavelmente a brincar na floresta!

HOMEM #1

Já os procuramos desde o anoitecer. A pé e a cavalo. Os nossos rapazes desapareceram e essa aí precisa de responder por isso!

O Homem #1 aponta para Jane. O Homem #3 vai á cara da Mãe. Jane não gosta disto.

HOMEM #3

Vocês pagarão pelas maldades das vossas crianças.

JANE

(alto, a comandar)

Vocês é que são os malvados!

Toda a gente olha para Jane, não esperando que ela falasse. Os seus OLHOS estão ESCUROS E INTENSOS quando ela olha para o Homem #3. Ela já não parece jovem e querida.

MÃE

(repreendendo, com medo de que a fúria de Jane potencie a sua habilidade)

Jane!

PAI

A minha filha está certa. Saiam!

O Pai já não consegue ouvir mais. Ele pega no Homem #1 pela camisola para o pôr fora. O Homem#3 investe no Pai. O Pai luta mas eles puxam-no fora da casa. O Homem #2 ameaça o pai com o machado. Ouvem-se murros e pontapés.

A Mãe vê o que está a acontecer ao Pai lá fora e grita. HOMEM #4 e HOMEM #5 (40) arrastam a Mãe fora da casa. Ela pontapeia e luta. Ela está desesperada para proteger as suas crianças, embora seja inútil.

MÃE

Jane! Alec! Corram!

(grita)

Os gémeos estão presos dentro de casa. Eles apoiam-se um no outro, quando JOVEM RAPAZ #1, JOVEM RAPAZ #2, JOVEM RAPAZ #3 E JOVEM RAPAZ #4 (16) entram na casa. Eles agarram Jane e Alec. Os jovens rapazes ficam felizes. Os gémeos lutam. Embora as suas feridas, Jane consegue lutar bem.

A flor amarela CAI do cabelo de Jane e aterra no chão.

Os jovens rapazes tiram Jane e Alec de sua casa. Os gémeos vêem os homens a arrastar o Pai. A Mãe está no chão, sem movimentos e a sangrar.

JANE

(grita em desespero)

Não!

Jane está em agonia. A sua mãe e o seu pai pagaram o preço por serem os seus pais. Jane já não é a rapariga agredida do início. Os seus OLHOS estão cheios de RAIVA.

 

CORTA PARA:

EXTERIOR DA VILA – NOITE

Uma multidão vingativa está à volta de uma fogueira mal iluminada. A lua está envolta atrás das nuvens. Alguns homens seguram machados, outros têm tochas – a única fonte de luz. As mulheres sussurram umas para as outras. Jane e Alec estão em frente aos moradores, amarrados a vigas numa plataforma acima de uma pilha de madeira. Alec está numa sombra.

Jane luta contra as cordas, as sua face desafiadora. Ela está enraivecida por terem morto a sua mãe.

HOMEM MORADOR

Bruxos! Queimem-nos!

MULHER MORADORA

Livrem a nossa cidade do seu mal!

MULTIDÃO

(aplaudem)

Um EXECUTADOR (20) está entre a plataforma de madeira e a multidão. É atarracado. A sua voz é profunda e um agoiro. Aponta para os gémeos.

EXECUTADOR

Estes dois foram acusados de bruxaria. (para a multidão) O quê que vocês dizem?

MULTIDÃO

Culpados! Culpados!

EXECUTADOR

A cidade já falou. Este golpe proibido tem de ser destruído para salvar a cidade!

A Mãe APARECE! Ela cambaleia, magoada, em frente à multidão. Ela segura a flor amarela de Jane. A Mãe tenta chegar aos seus filhos mas dois HOMENS DA VILA (20) da multidão param-na. Puxam-na de volta á multidão. Ela luta e deixa cair a flor. É esmagada.

MÃE

(frenética, grita)

Não! Não as minhas crianças! Por favor!

Jane reage à voz da sua mãe. Ela está viva! Mas Jane sabe que a sua mãe vai ver o que está prestes a acontecer. Ela detesta os moradores da cidade. Os OLHOS de Jane chamejam de RAIVA.

Os três homens que arrastaram o Pai para fora da casa prendem-no nas redondezas da multidão. Trouxeram o pai para ver as suas crianças morrer. O Pai parece que perdeu uma luta. Eles empurram-no na direcção do Executador. O Pai colapsa e fica de joelhos.

PAI

(para o Executador)

Estou a implorar-te! Não!

Pouco comovido com os apelos da Mãe e do Pai, o executador acende a pra funerária com uma tocha.  Os homens #1, #2 e #3 sorriem afetadamente. O Pai está de coração partido e derrotado. Os gritos da multidão crescem.

A Mãe liberta-se da multidão. Ela tropeça para o lado do pai. Ela ajoelha-se e soluça. Ela tenta chegar às suas crianças, inconsolável.

Jane vira a sua cabeça em direcção a Alec. Ele está em choque. As feridas de jane sangram para lá das ligaduras.

PAI

(segura na camisola do Executador)

Por favor! Poupe-os!

O ar desafiador de Jane desaparece à medida que ela fica desorientada. A sua visão da multidão desfoca-se mas ela vê Aro a andar na sua direcção. Ela lembra-se de Aro de uma visita há uma década atrás e sabe porquê que ele está lá – para os salvar. Jane consegue fazer um sorriso quase imperceptível. Aro sorri.

ARO

(olha para os gémeos)

Eles são extraordinários!

As chamas chegam às pernas de Jane e Alec. Jane sente a sensação de queimadura que depois irá infligir aos outro. Ela luta contra isso, mas uma última lágrima humana rola pela sua bochecha. O FOGO abrasador reflecte-se nos OLHOS  de Jane.

 

CORTAR PARA PRETO

FIM

 

 Tradução e adaptação: TP (por Carolina Guimarães)



Carolina às 17:49 | link do post | comentar

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